quarta-feira, 4 de março de 2020

Adcap Net 04/03/2020 - Mais de 10% das cidades de MG já disseram ‘não’ à privatização dos Correios - Veja mais!


Correios terão que desligar 8 assessores comissionados até quinta

Jornal do DF
03/03/2020

Clique AQUI para assistir a matéria.

Correios – Assessores Especiais deverão ser desligados até 05 de março de 2020

Correio Braziliense
03/03/2020 

Mandado de Segurança do Ministério Público do Trabalho derrubou a liminar da diretoria dos Correios que permitia a manutenção precária de assessores especiais externos na empresa

Com isso, será restabelecido na Empresa o cumprimento da Constituição Federal, com a contratação de pessoal exclusivamente por concurso público, informa a Associação dos Funcionários dos Correios (ADCAP).

A ação civil pública que tratou desse tema foi promovida pelo MPT a partir de denúncia a respeito formulada pela ADCAP.

Na decisão, o desembargador Grijalbo Fernandes Coutinho explica que “É incontroverso que a ECT, parte autora da Ação Revisional nº 000000872.2020.5.10.0001, pactuou acordo com o MPT no bojo da ACP 0001243-18.2013.5.10.0002, com previsão no último termo aditivo de manter empregos em comissão em seus quadros pelo prazo máximo de 24 meses, ou seja, até 05.03.2020, com regra de transição a partir de 05.04.2018 e de 05.03.2019 (fls. 69/72 do PDF).”

"Entrega no Vizinho": Correios lançam nova opção de entrega para clientes

Uol
03/03/2020

Os Correios criaram uma nova opção de entrega para os clientes, batizada de "Entrega no Vizinho". A novidade permite ao remetente indicar um endereço alternativo ao destinatário para a entrega da encomenda. Mas atenção: o endereço indicado só pode ser uma das duas casas à direita, à esquerda ou à frente do endereço principal. Em prédios, qualquer apartamento pode ser indicado para recebimento.

Segundo a estatal, a opção não tem custo adicional e está disponível para todo o país, não altera o prazo da entrega e é registrada no sistema de rastreamento. A funcionalidade, porém, atende apenas a encomendas via SEDEX e PAC.

Mais de 10% das cidades de MG já disseram ‘não’ à privatização dos Correios

Recentemente, novas proposições foram apresentadas e aguardam votação

Jornal de Uberaba
04/03/2020

A apresentação de proposições por cidades mineiras contra a privatização dos Correios, por meio de suas Câmaras Municipais, é uma ação que tem o apoio da Associação dos Profissionais dos Correios (ADCAP). Ela vem acontecendo desde junho do ano passado em várias localidades de todas as regiões do País. Em MG, até o momento já são 88 cidades onde os vereadores apresentaram moções repudiando a venda da empresa (em 80 delas, as proposições já foram votadas favoravelmente).

Recentemente, novas proposições foram apresentadas e aguardam votação. São elas: Campo Belo – 17/02; Itaúna e Nova Lima – 18/02; João Monlevade - 19/02; e Passos – 02/03. Nesta semana, mais moções serão apresentadas nas Câmaras Municipais de: Sete Lagoas - ontem - vereador Marcelo Pires Rodrigues (MDB); Augusto de Lima – hoje, 18h - vereador Antônio Augusto (MDB); e Buenópolis – 06/03, às 19h – participação na sessão do vice-presidente da ADCAP Minas, Rogério Ulysses. A lista de cidades que não querem a venda dos Correios só cresce. Entre aquelas que já se manifestaram nesse sentido estão: Belo Horizonte, Bom Despacho, Barbacena, Conselheiro Lafaiete, Cataguases, Mariana, Montes Claros, Pará de Minas, Pedro Leopoldo, Tiradentes, Varginha, Viçosa.


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O índice de qualidade geral do serviço postal brasileiro é de 98%, situando-se entre os melhores do mundo. Manter isso num país com tantos desafios como o Brasil não é fácil, mas os Correios fazem isso porque têm um compromisso firmado com os brasileiros e levam isso muito a sério. Conservar e proteger isso é dever de todos. #TodosPelosCorreios


 
Direção Nacional da ADCAP.

terça-feira, 3 de março de 2020

ADCAP QUESTIONA NA JUSTIÇA ATUAÇÃO DA
PREVIC, POSTALIS E CORREIOS AO 
ASSINAREM TERMO DE AJUSTAMENTO
DE CONDUTA


Recentemente foi publicado no site do POSTALIS o Termo de Ajustamento de Conduta - TAC visando estudar as medidas a serem aplicadas ao Fundo BD, com prazo máximo de dois anos para conclusão.

Inicialmente, cabe esclarecer que o TAC não altera em nada a situação já apresentada pelo Fundo BD durante o processo de intervenção. O que causa espécie é o órgão regulador e fiscalizador não ter cumprido com as obrigações legais depois de mais de 2 anos de gestão direta no Instituto.

A legislação exige, para suspender a intervenção, que os órgãos estatutários sejam plenamente restabelecidos, que a patrocinadora indique seus representantes e que os participantes elejam os deles (diretores e conselheiros). A PREVIC, órgão que tem a obrigação de fazer cumprir a legislação, ignorou a lei e deu um "jeitinho", autorizando a burla à lei.

Mais uma vez se observa, com estupefação, a omissão da PREVIC em zelar, cuidar e realizar sua missão de controlar e fiscalizar os Fundos de Previdência Fechados. Essa omissão sistemática afeta todo sistema de previdência privada no país, gerando desconfiança e retração por parte dos poupadores.

Neste episódio a situação se agrava com a Reprecificação promovida pela própria PREVIC nos Fundos BD e Postalprev, sem atentar para a legislação que disciplina a matéria. Ou seja, os ativos receberam nova precificação - foram rebaixados de valor - sem que os procedimentos legais relativos a esse procedimento fossem seguidos. Sem estudos técnicos ou avaliação de auditores devidamente divulgados, como seria imprescindível. E, pior, pelo que se noticia, com os mesmos ativos tendo valores diferentes no balanço do Postalis e nos balanços de outros fundos que são investidores destes mesmos ativos.

Ainda temos a dívida da Empresa para com o Fundo BD, de mais de 1,7 bilhão,  por conta da chamada RTSA, que o próprio Postalis reclama judicialmente. Durante esses mais de 2 anos de intervenção, o órgão fiscalizador não conseguiu resolver esta questão.

Em resumo, com o TAC os participantes estão sendo diretamente chamados a pagar a conta, por meio da redução de direitos ou redução de benefícios, sendo que, no prejuízo de 6 bilhões anunciado pelo TAC, há:

1. uma reprecificação no minimo ilegal;
2. uma dívida da patrocinadora para com o Fundo, cobrada judicialmente, sem qualquer abordagem no referido Termo.

A ADCAP já ingressou, em fevereiro de 2020, com duas medidas judiciais questionando essas ilegalidades e aguarda o posicionamento da justiça para a correção desse estado de coisas.




Direção Nacional da ADCAP.

Adcap Net 03/03/2020 - Vereadores aprovam moção de apoio a não privatização dos Correios - Veja mais!


Correios terão que desligar 8 assessores comissionados até quinta

MPT-DF entendeu que cargos na empresa pública são inconstitucionais e é preciso fazer concurso público

Metrópoles
02/03/2020

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) tem até a quinta-feira (05/03/2020) para desligar oito assessores especiais da presidência da empresa que trabalham como comissionados.

De acordo com o entendimento do Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF), a figura do “emprego em comissão” é inconstitucional, uma vez que os Correios deveria ser preenchido, exclusivamente, com empregados aprovados em concurso público.

No fim de 2019, a empresa pública tentou invalidar o acordo judicial firmado em 2014, entrando com pedido de ação rescisória na Justiça do Trabalho, mas foi negado. Após a recusa, os Correios entraram novamente com um pedido similar, mas dessa vez por meio de uma ação revisional, que teria caráter liminar, e foi deferido.

O MPT-DF, portanto, recorreu e impetrou mandado de segurança contra a decisão. A tentativa do órgão foi julgada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) e foi deferido.

Com o novo julgado, o acordo voltou a valer, e a empresa pública tem até a quinta para promover o desligamento dos empregados comissionados.

Vereadores aprovam moção de apoio a não privatização dos Correios


Ata News
03/03/2020

Os vereadores de Araçatuba aprovaram ontem (02), durante a 5ª sessão ordinária do ano, a moção de apoio à reivindicação dos trabalhadores dos Correios que se manifestam contrários à possibilidade da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) ser privatizada, culminando na retirada de direitos destes servidores. 

A iniciativa do vereador Dr. Jaime (PTB) recebeu dez votos favoráveis e três contrários. Representantes dos funcionários dos Correios ocuparam as galerias do Legislativo local para acompanhar a votação.

A moção de apoio será encaminhada à Presidência da República; ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; Ministério Público Federal; Ministério Público do Trabalho; Presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos; Presidente da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios; e ao Presidente do Sindicato dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e Similares de Bauru, Araçatuba, Botucatu, Presidente Prudentes e Região para conhecimento e apoio. 

Correios é importante demais para sair das mãos do Estado, defende funcionário

A Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect) está estudando a realização de uma greve nacional da categoria, contra a privatização da estatal e as atuais condições de trabalho dos funcionários.

Sputnik News
02/03/2020

No ano passado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, indicou os Correios como uma das empresas na lista das privatizações. Atualmente, os trabalhadores da companhia alegam que vêm sofrendo ataques para facilitar esse processo, como a destruição do plano de saúde da categoria e o aumento do repasse do funcionário para o plano. Eles se queixam ainda do longo período sem concurso público e do aumento no número de terceirizados, afirmando que, ainda assim, a quantidade de pessoal não é suficiente para dar conta do alto volume de serviços. 

Em entrevista à Sputnik Brasil, o secretário-geral da Fentect, José Rivaldo da Silva, explicou que estão programadas para amanhã assembleias nacionais para discutir a questão da greve e a possível adesão da categoria ao Dia Nacional de Lutas, programado para o próximo dia 18, em um grande movimento unificado com outras centrais sindicais.

"No momento, no país, tem a necessidade de a classe trabalhadora, como um todo, construir a unificação para enfrentar e resistir ao governo Bolsonaro, que vem tirando os direitos, com suas reformas, tirando direitos das classes trabalhadoras. E nós, nos Correios, temos direitos atacados através da direção dos Correios", afirma Silva.

O sindicalista destaca que vem trabalhando junto ao Congresso para conscientizar deputados e senadores da importância de se manter os Correios como uma empresa estatal, citando seu papel social e seu poder de integração, como ocorreu na distribuição gratuita de donativos a pessoas afetadas pelas recentes chuvas que devastaram regiões de Minas Gerais e do Espírito Santo, por exemplo.

"Se o governo federal quisesse usar os Correios para melhorar a vida das pessoas, para ter acesso a tudo que o governo oferece, para ter acesso a cidadania, para outros programas do governo federal, como entrega de medicamentos, como uma série de fatores, políticas sociais que o governo tem insistido em diminuir, os Correios poderiam fazer esse papel. A empresa é muito importante para o país." 

Seguindo no mesmo raciocínio, o secretário-geral da Fentect argumenta que, ao contrário das companhias privadas que atuam nesse setor, os Correios não estão preocupados em colocar o lucro acima de tudo. Segundo ele, o governo não tem proposto nenhum debate qualificado para justificar a privatização de uma estatal que, "há mais de 350 anos", vem sendo construída por "seus trabalhadores", "para ela se tornar a empresa que é".

"E, diga-se de passagem, nesse período todo, sem o governo federal colocar recursos. É uma empresa que sobrevive da própria produtividade dos seus funcionários, prestando um bom serviço à população brasileira."

Em nota enviada à Sputnik, a Assessoria de Imprensa dos Correios afirmou que segue cumprindo as decisões judiciais acerca do plano de saúde dos empregados e, assim, entende não haver há "motivos para a paralisação anunciada".

"Se constatado algum movimento abusivo de paralisação, a empresa tomará as medidas cabíveis. Reiteramos que no momento, as agências estão funcionando regularmente, bem como a entrega de cartas e encomendas", diz o comunicado.

“Direita” e “esquerda” trocam farpas em voto de apoio a trabalhadores dos Correios

Moção de apoio foi o único da pauta da sessão da Câmara de Araçatuba, marcada por discussão entre Professor Cláudio e Zanatta

Hoje Mais
02/03/2020



Com dez votos favoráveis e três contrários, foi aprovada na sessão desta segunda-feira (2), da Câmara dos Vereadores de Araçatuba (SP), moção de apoio à reivindicação dos trabalhadores contrários à possibilidade de privatização dos Correios, anunciada pelo governo federal, e a subsequente perda de direitos desses trabalhadores.

O projeto foi item único na Ordem do Dia, marcada pela discussão entre os vereadores Cláudio Henrique da Silva, o Professor Cláudio (PMN) e Lucas Zanatta (PV), e galerias lotadas por trabalhadores da estatal.

Os Correios foram incluídos no rol de empresas a serem privatizadas, conforme consta no Programa de Parcerias de Investimentos, divulgado em 21 de agosto de 2019. A privatização, no entanto, poderá acarretar em demissão de funcionários.

De iniciativa de Jaime José da Silva, o Dr. Jaime (PTB), a moção considera que a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) é a única estatal do governo federal presente em todo o território nacional e que presta serviços de interesse social relevantes, como o transporte e a entrega de correspondências e encomendas, além do atendimento de serviços financeiros.

Na justificativa, Dr. Jaime lembra que o serviço postal é garantido a todos, conforme previsto na Constituição. Ressalta ainda que os Correios são parceiros e fator de fomento das pequenas e médias empresas, especialmente das que atuam no comércio eletrônico, sendo líder no segmento de encomendas nacionais e internacionais.

Farpas

A troca de farpas entre os vereadores teve início assim que Zanatta terminou de usar seu tempo no Pequeno Expediente. Prof. Cláudio pediu “pela ordem” para lembrar a todos que o vereador do PV é liberal e defende a privatização. “Vota contra eles (apontando para os funcionários dos Correios presentes), vamos ver se vai ter coragem”, disse.

Zanatta rebateu dizendo que é direitista, situação que nunca negou, e que é favorável à privatização desde que os direitos adquiridos sejam mantidos.

Houve um “bate rebate” que continuou durante a discussão da moção, e até lembranças de que Prof. Cláudio votou a favor da concessão do antigo Daea.

Dr. Jaime, que vestiu uma camisa dos Correios, disse que fez o ato em respeito aos trabalhadores, pois não se prende a ideologias, mas não acredita ser razoável, mesmo dentro dos princípios do liberalismo, privatizar uma empresa como os Correios, como um castigo porque “alguém roubou”. “(Os funcionários) foram os maiores prejudicados nesta história e não podem ter que pagar a mais por isso.”

Questão política

Dr. Flávio Salatino (MDB) alertou os presentes para terem cuidado, pois o assunto estava virando uma questão política. “Cuidado, cuidado, cuidado”, repetiu, lembrando que a Câmara não tem o poder de mudar o que vem do governo federal e que seria necessário mobilizações mais amplas.

Almir Fernandes Lima, o Dr. Almir (PSBD), usou seu tempo para explicar como funciona o processo de desestatização, que é composto por sete etapas. Até o momento, apenas duas foram feitas e somente na quinta é que será apresentada a viabilidade ou não da privatização.

Ainda no discurso, citou números de empresas privatizadas, como a Vale do Rio Doce, que tinha 11 mil funcionários em 1997, quando era estatal, e no ano passado contava com mais de 60 mil funcionários, e a Embraer, que saiu de 6,1 mil colaboradores para os mais de 19 mil trabalhadores atuais.

“Pode ser que vocês estejam com medo de algo que possa a vir para melhorar a vida de vocês”, ressaltou o tucano.

Votaram contra a moção de apoio os vereadores Lucas Zanatta, Dr. Flávio Salatino e Dr, Almir. Denilson Pichitelli (PSL) não participou da sessão.

Encaminhamento

A moção de apoio será encaminhada à Presidência da República; ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; Ministério Público Federal; Ministério Público do Trabalho; ao presidente da ECT; ao presidente da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios; e ao presidente do Sindicato dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e Similares de Bauru, Araçatuba, Botucatu, Presidente Prudente e Região para conhecimento e apoio.

 
Direção Nacional da ADCAP.
Nº 90 – 03/03/2020 

INCORPORAÇÃO DE FUNÇÃO

ADCAP protocola Informação de Descumprimento de
Sentença Judicial relativa a Ação Civil Movida
pelo MPT de MG


A ADCAP tem atuado efetivamente junto ao Juízo de primeiro e segundo graus no processo movido pelo MPT de MG que obteve tutela em primeiro grau para garantir a incorporação de função exercida por mais de 10 anos, em que houve dispensa até 18 de novembro de 2018.

Para isso, foi feito levantamento dos associados nessa situação, foram recebidos os respectivos documentos e já efetivado o devido protocolo.

Agora cabe aguardar a decisão do judiciário sobre essa manifestação.

Qualquer novidade sobre o tema será noticiada diretamente aos envolvidos.


Direção Nacional da ADCAP.

 

segunda-feira, 2 de março de 2020

ASSESSORES ESPECIAIS DEVERÃO SER
DESLIGADOS ATÉ 05/03/2020


Mandado de Segurança do Ministério Público do Trabalho derrubou a liminar obtida pela diretoria dos Correios que permitia a manutenção precária de assessores especiais externos na Empresa.

Com isso, será restabelecido na Empresa o cumprimento da Constituição Federal, com a contratação de pessoal exclusivamente por concurso público.

A ação civil pública que tratou desse tema foi promovida pelo MPT a partir de denúncia a respeito formulada pela ADCAP.

A seguir a transcrição na nota oficial a respeito do tema.

Direção Nacional da ADCAP.

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Correios deve cumprir acordo que prevê contratação exclusiva por concurso público

MPT
02/03/2020
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) deve desligar, até a próxima quinta-feira, 5 de março de 2020, oito assessores especiais da presidência, conforme Acordo Judicial firmado com o Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF) em 2014 e renovado, posteriormente, em 2018.
O MPT havia processado a Estatal, por entender que a figura do chamado “emprego em comissão” é inconstitucional, devendo o quadro da empresa pública ser preenchido, exclusivamente, com empregados aprovados em concurso público. Durante o Processo Judicial, as partes acordaram prazos para substituição dos empregados comissionados. O último prazo finda na próxima quinta-feira (5/3/2020), quando os últimos oito comissionados devem deixar o quadro.
No final do ano passado, a ECT buscou invalidar o Acordo, entrando com pedido de Ação Rescisória na Justiça do Trabalho. O desembargador Brasilino Santos Ramos negou o pedido, sob o argumento que o Acordo firmado judicialmente “tem força de decisão irrecorrível”.
Após a negativa, a empresa entrou, novamente, na Justiça Trabalhista, com pedido similar, mas dessa vez por meio de uma Ação Revisional, com caráter liminar. A juíza do Trabalho Margarete Dantas Pereira Duque deferiu o requerimento da empresa e autorizou a manutenção dos comissionados, até julgamento em definitivo da Ação Revisional.
O MPT, representado pelo procurador regional Adélio Justino Lucas, recorreu da Decisão e impetrou Mandado de Segurança contra a Decisão da juíza. Para o procurador, “em que pese nominado de revisão, o que se busca ao fim e ao cabo é a própria rescisão do pactuado, uma vez que se trata de acordo homologado em juízo, possuindo força de coisa julgada”.
O procurador também detalha que a Ação Revisional só foi proposta depois da “cabível ação rescisória” ter sido negada. Para o procurador Adélio Lucas, “a parte não pode ter inúmeras chances de questionar o mesmo ato, haja vista que, como ocorrido, apenas um deferimento, já alcança seu intento, ainda que haja outras decisões em sentido contrário”.
O pedido do MPT foi julgado pelo desembargador Grijalbo Fernandes Coutinho, do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região. Ele deferiu a liminar solicitada e suspendeu a decisão de origem. Com o novo julgado, o Acordo volta a valer, e a ECT tem até o dia 5 de março de 2020 para promover o desligamento dos empregados comissionados.
Segundo o magistrado, “deve prevalecer o acordo com eficácia de título executivo, salvo no caso de eventual desconstituição do instrumento por meio de ação rescisória. Não me parece razoável o deferimento de decisão antecipatória em ação revisional para afastar o teor do acordo pactuado entre as partes”.
Adcap Net 02/03/2020 - Em Portugal, após a privatização, crescem as queixas contra o serviço dos Correios - Veja mais!

Em Portugal, após privatização, crescem as queixas contra o serviço dos correios
 
Rádio Renascença
02 mar, 2020 

No ano passado foram mais de 100 mil, uma subida de 4% face ao ano anterior.

Há cada vez mais reclamações sobre os serviços postais. No ano passado, a ANACOM recebeu um total de cerca de 100 mil queixas, o que representa uma subida de 4% face ao ano de 2018.
Ouvida pela Renascença, a porta-voz do regulador explica que o crescimento foi impulsionado pelas reclamações sobre os serviços postais.

“Apesar de o número global ter aumentado, a reclamação sobre o sector das comunicações eletrônicas desceu ligeiramente (1%). Enquanto que as reclamações relativas aos serviços postais foram as que mais cresceram, tendo registado um aumento de 18%”, confirmou Ilda Matos, acrescentando que que as situações mais reclamadas foram, sobretudo, os atrasos nas entregas e a entrega de objetos no domicílio, designadamente a falta de tentativa de entrega.

Os CTT foram o prestador mais reclamado, sendo responsáveis por 83% das queixas das reclamações sobre o setor postal. Já nos serviços de comunicações eletrônicas, a MEO foi o prestador mais reclamado (36%), seguida da NOS (32%), da Vodafone (28%) e da NOWO/ONI (4%).

Globalmente, o tema mais reclamado foi a faturação de serviços (29% das reclamações do sector), seguida da contratação de serviços, registada em 25% das reclamações do sector das comunicações eletrônicas. Juntos, estes dois assuntos são responsáveis por mais de metade das reclamações do sector.

Beneficiários do Ipsemg terão acesso a serviços em unidades dos Correios

Projeto piloto está disponível em Santa Luzia, Sabará e Ribeirão das Neves, na Grande BH

Agência Minas
28/02/2020

Beneficiários do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) poderão fazer levantamento para pagamento de seguros, atualização cadastral, impressão de formulários, exclusão de dependente de saúde e exclusão de pensionista usuário da assistência saúde nas agências dos Correios. A parceria, chamada de Balcão Cidadão, será oferecida, inicialmente, em Santa Luzia, Sabará e Ribeirão das Neves, cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

A partir da iniciativa, os segurados do Ipsemg dos municípios onde ocorre o projeto piloto não precisarão ir à unidade do instituto para realizar essas mudanças. Outro serviço que estará disponível no Balcão Cidadão é para que dependentes de servidores do Estado que já faleceram, contribuintes dos seguros e do pecúlio possam informar dados para análise inicial do direito ao pagamento. Eles também poderão imprimir formulários para requerimentos próprios do Ipsemg.

O presidente do Ipsemg, Marcus Vinicius de Souza, lembra que o instituto é o primeiro órgão público estadual a oferecer esse tipo de serviço ao cidadão. “Esperamos, em breve, ampliar o número de serviços e municípios atendidos por essa parceria entre o Governo de Minas e os Correios”.

Atualmente, 38.476 pensionistas são assistidos pelo Ipsemg e a carteira de beneficiários da assistência a saúde possui cerca de 900 mil pessoas, de todas as regiões de Minas Gerais.

A estratégia dos parlamentares contra a privatização

Crusoé
29/02/2020

A meta do governo de acelerar o programa de privatização e de desestatização esbarra em setores do Congresso Nacional. Desde o ano passado, já foram apresentados pelo menos 22 projetos de decreto legislativo que propõem sustar decisões do governo destinadas a privatizar empresas públicas.

As propostas querem anular o aval de Jair Bolsonaro à privatização de empresas estatais como os Correios, as Casa da Moeda, o Serpro e a Companhia Brasileira de Trens Urbanos, além de parques nacionais e áreas de conservação, como os Lençóis Maranhenses e Jericoacoara no Ceará.

A maioria dos decretos legislativos em trâmite no Congresso Nacional foi apresentada por parlamentares do PSOL, PT e PSB. O deputado federal psolista Ivan Valente, de São Paulo, é o recordista de propostas. A privatização mais questionada pelos parlamentares é a do Serpro, que gerencia dados do governo.

A quem interessa o fim dos serviços públicos?

Portal Marcos Santos
27/02/2020

A população é bombardeada com comentários depreciativos acerca dos servidores públicos e dos serviços públicos. Posicionamentos orquestrados por políticos, empresários, mercado financeiro e imprensa tentam incutir na sociedade a ideia de que os serviços públicos não prestam e que os trabalhadores públicos trabalham pouco e ganham muito.

Atente para as tantas reportagens veiculadas nacionalmente, principalmente nas chamadas redes “News”, quando comentaristas falam sempre a mesma coisa, seguindo um script previamente combinado. Os convidados a opinar defendem a mesma coisa, batendo sempre e sem haver o contraponto dos servidores ou dos seus representantes.

Mentiras estão sendo repassadas, grudando nas pessoas como sendo informações verdadeiras. Claro que isso soa bem para quem não conseguiu passar num concurso público ou para quem está desempregado. E assim o caminho fica aberto para que políticos consigam trocar livremente servidores concursados por cabos eleitorais.

A reforma administrativa esconde as novas armadilhas usadas para desmontar a contratação por mérito e facilitar o aparelhamento da máquina pública por pessoas e empresas com outros interesses. As empresas terceirizadas, por exemplo, devem estar esfregando as mãos, pois ganham muito para fornecer trabalhadores mal remunerados.

Dentre as mentiras está a de que o Brasil possui muitos servidores públicos.

Em levantamento feito pela OCDE, de 30 países analisados, o Brasil foi apenas o 26º no tamanho do serviço público. Temos apenas 12% da população ocupada trabalhando no serviço público, número menor que o de países como Reino Unido (23,5%), África do Sul (17%) e Portugal (16%).

Outra, que todo servidor ganha muito. A mídia às vezes distorce os dados mostrando exemplos de salários exorbitantes como se fossem a regra. A verdade é que, dos servidores do Poder Executivo, metade ganha menos que R$ 2.589, e a grande maioria (75%) ganha menos que R$4.621. Os salários mais elevados estão no Poder Judiciário e no Poder Legislativo.

Quando se lê que servidores públicos ganham mais do que no setor privado, com informações distorcidas, geralmente se compara o salário médio dos servidores públicos com o salário médio da população ocupada, mas essa comparação não é honesta. O serviço público, por se basear em concursos, tem uma quantidade maior de trabalhadores com ensino superior (49%, ante 18,5% da população geral) e com ensino médio. A comparação precisa ser feita com os salários pagos a trabalhadores mais qualificados. A média do trabalhador brasileiro com ensino superior é de R$4.997, enquanto a média salarial dos servidores públicos é até menor, de R$ 4.205.

As despesas com pessoal e encargos da União se encontram hoje no mesmo patamar de vinte anos atrás (4,4% do PIB), como mostra o Atlas do Estado Brasileiro, do IPEA. Esse valor chegou, inclusive, a ser menor de 2014 a 2016, no auge da crise. Além disso, as despesas com servidores ativos federais representam apenas ¼ da receita líquida da União.

Outra inverdade é a de que servidores têm reajuste automático. Essa vem sendo contada pelo ministro que disse que o dólar caro é bom porque antes as domésticas estavam viajando para a Disney.  Como em qualquer atividade, os trabalhadores do setor público podem pedir aumento, mas o patrão não é obrigado a dar.

Desde a EC 41/2003, os trabalhadores que ingressam no serviço público não possuem direito à aposentadoria integral. Eles contribuem sobre seus salários e só podem receber até o limite dos benefícios pagos no regime geral da previdência.

Sobre a estabilidade, pelos termos da Lei 8.112, os servidores precisam ser avaliados por três anos (estágio probatório) e também podem ser demitidos. A estabilidade no serviço público serve para impedir que os políticos que ocupam cargos de chefia chantageiem seus subordinados com ameaça de demissão.

Por fim, o enfraquecimento do serviço público não vai beneficiar em nada a população que não pode pagar por educação, saúde, segurança e demais serviços. O valor “economizado” com a redução de 25% nos salários só será benéfico para os fundos partidários e emendas parlamentares, para as empresas interessadas em lucrar em cima do governo e bancos recebedores de juros astronômicos da dívida pública brasileira.


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🔖 Os Governadores, Prefeitos e Vereadores estão com os Correios. Eles sabem bem da importância de se ter um correio público de qualidade presente em todos os municípios brasileiros. Por meio do Balcão do Cidadão, alguns Estados e Municípios possuem parcerias fortes com os Correios e isso ajuda os cidadãos a terem uma vida melhor.
🤔 Desconfie, portanto, de quem quer acabar com o que funciona e está próximo. Tem gente que só quer desmontar porque não sabe fazer. E depois quem vai pagar a conta é você!Não se iluda com falácias. Diga não à privatização dos Correios. 😡

#TodosPelosCorreios 
👊


 
Direção Nacional da ADCAP.
INFORME DE RENDAS DO PDV/PDIA PARA FINS DE IMPOSTO DE RENDA ANO BASE DE 2019


Recebemos as orientações abaixo, encaminhadas pelos Correios e repassamos para conhecimento e providências.

Se você se desligou da ECT pelo PDV e está recebendo o valor do incentivo parcelado, poderá obter o Informe de Rendas solicitando pelo e-mail: gcat-atendeempregado@correios.com.br

Mande uma mensagem para esse endereço, cite seu nome e matrícula e peça o Informe de Rendas 2019 do PDV para fins de rendas.

Lembramos que o valor do incentivo é isento de imposto de renda, mas precisa ser lançado na Declaração no campo "Isentos e Não tributáveis".


Direção Nacional da ADCAP.