segunda-feira, 10 de abril de 2017

Prévias Eleições Postalis 2017 - Confira o resultado da votação


 

Divulgamos os nomes dos candidatos que venceram nas Prévias realizadas pela ADCAP. A Associação agradece o apoio de todos que votaram, parabeniza os candidatos que que serão apoiados e deseja-lhes sucesso na nova e importante missão. Confira abaixo o resultado na íntegra.








Caso não consiga abrir, acesse o link abaixo:
http://adcapnacional.blogspot.com.br/2017/04/blog-post_10.html

Atenciosamente,

Comissão Eleitoral.

RESULTADO DAS PRÉVIAS ADCAP - ELEIÇÕES POSTALIS 2017




quinta-feira, 6 de abril de 2017

Prévias Eleições Postalis 2017 - A votação já começou 

Veja como votar



Começou nessa quinta-feira, 06/04/2017 a votação para as Prévias da ADCAP, onde serão escolhidos candidatos apoiados pela Associação para concorrerem nas Eleições do Postalis, aos cargos de Diretor de Benefícios, Conselho Fiscal e Conselho Deliberativo. Lembramos que para o Deliberativo serão escolhidos dois candidatos. O período para votar nas Prévias teve início hoje, 06/04 às 08h e irá até às 17h do dia 10/04/2017, próxima segunda-feira. Abaixo as orientações:
- Ao acessar o endereço, clique no botão "Gerar Nova Senha"
- Digite sua matrícula no campo Matrícula
- Digite seu CPF no campo CPF
- Digite sua Data de Nascimento, no campo de mesmo nome
- Após preenchido os dados, clique novamente em "Gerar Nova Senha"
- Na tela seguinte, clique na seleção e-mail
- Digite seu e-mail no campo indicado
- Ao receber o e-mail, clique no link "Vote com um clique" localizado no final do e-mail
- Ao ser direcionado para a cédula, escolha:
  • Candidato para Conselho Fiscal
  • Candidato para Conselho Deliberativo (Vaga 1)
  • Candidato para Conselho Deliberativo (Vaga 2)
  • Candidato para Diretor de Benefícios
- Ao selecionar os candidatos acima (4 candidatos), obrigatórios, clique em "Votar"
- Na tela seguinte, verifique se as escolhas estão corretas e clique em "Confirmar"
- Pronto! Você receberá uma mensagem "Parabéns!!! Seu voto foi registrado com sucesso."
 
ATENÇÃO: Caso apareça mensagem de dados incorretos ao tentar votar,  envie seu CPF, matrícula e data de nascimento para adcapnacional@adcap.org.br . Seu cadastro será corrigido e poderá votar em seguida.
 

No link abaixo todos as plataformas dos candidatos inscritos nesta eleição.
Não deixe de votar! Sua participação é fundamental.
Atenciosamente,
Comissão Eleitoral.


ANGELO SARAIVA DONGA – DF
GERSON MENEZES MESQUITA - CE
JORGE CELSO GOBBI – RS
JORGE LUIZ GONZAGA RIBEIRO – SC  
JOSÉ MARIA DOS SANTOS SILVA – DF  
VIRGÍLIO BRILHANTE SIRIMARCO – DF
WILLIAN FURTADO SOUZA – PA
 
CAIO FLÁVIO FÉLIX DE OLIVEIRA – RS  
CARLOS ANTÔNIO OREFICE – RJ  
EDGARD DE AGUIAR CORDEIRO – SPI
GILBERTO MATOS SOBRINHO – MG  
HEYDER JORGE HORTA BARBOSA – PE  
JOAQUIM EDEVAL REGIS MAGALHÃES – DF  
JOSÉ GARCIA MENDES – SP  
JOSÉ LUIZ LIMA PRASERES – CE
JOSÉ VILMAR KULCHETSCKI - PR
MARIO RENATO BORGES DA SILVA – RJ  
RENATO APARECIDO ROSA – SPM  
VALDENIR ZANETTE – DF  
 
CLAUDIONOR DA SILVEIRA BARRETO FILHO – SE  
DANIEL MONTEIRO DE ARAÚJO – DF
FÁBIO GERALDO OLIVEIRA CONDE – SPI  
HÉLIO GERALDO DE REZENDE – MG  
JAYME ARANHA CHACON JÚNIOR – AM  
MAURÍCIO FORTES GARCIA LORENZO – DF  
WAGNER DE OLIVEIRA PESTANA – SPM   
Partido político continua a nomear diretor de estatal

VALOR ECONÔMICO
6/4/17

A Lei de Responsabilidade das Estatais, sancionada há nove meses e celebrada como gesto moralizador na gestão pública, está longe de impedir indicações partidárias em empresas da União.

Nos bastidores, a prática de nomear afilhados políticos para o comando das estatais ainda é comum - tornou-se apenas menos escancarada. Para contornar a lei, os partidos governistas têm recorrido a nomes de perfil aparentemente técnico para emplacar seus aliados. Às vezes, nem há muita preocupação em esconder a origem dos indicados.

Em dezembro, dois técnicos do Ministério dos Transportes com grande experiência em aviação civil - Fabiana Todesco e Paulo Henrique Possas - deixaram o conselho da Infraero e foram substituídos por pessoas ligadas ao PR, partido do ministro Maurício Quintella. O novo presidente do conselho, Luiz Alberto Albuquerque Souza, era chefe de gabinete do deputado Aelton Freitas (MG); Antônio Hermínio Nascimento da Silva é servidor que atua na liderança do PR na Câmara.

O engenheiro Antônio Claret, que assumiu a presidência da Infraero, tem larga experiência na metalurgia. Ele foi alçado ao cargo graças à indicação do ex-deputado Bernardo Santana, homem forte do PR em Minas Gerais. Quatro vice-presidências dos Correios são feudos do PSD, partido do ministro das Comunicações, Gilberto Kassab. Na Caixa, foram nomeadas pessoas com perfil parecido com o do presidente, Gilberto Occhi, que fez carreira na instituição, mas é bancado no cargo pelo PP. A vice-presidência de riscos saiu da órbita da Fazenda e teve indicação feita pelo deputado Pauderney Avelino (DEM-AM). Houve indicações ainda do PMDB, PSDB, PRB e PP. O senador Edison Lobão (PMDB-MA) conseguiu reconduzir seu filho Márcio à chefia da Brasilcap.

"A lei tornou mais difícil a distribuição de cargos a esmo, mas não é uma bala de prata contra as indicações políticas", afirma o professor Sérgio Lazzarini, do Insper.

Lei não altera o loteamento político de estatais


Elogiada pelo presidente Michel Temer como um "gesto moralizador" na administração pública, a Lei de Responsabilidade das Estatais pode ter fechado as portas para exageros, mas está longe de impedir uma avalanche de indicações partidárias em empresas controladas pela União.

Nos bastidores, a prática de buscar afilhados políticos para o comando das estatais ainda corre solta - tornou-se apenas menos escancarada.Na tentativa de contornar a Lei 13.303, sancionada há nove meses, os partidos da base governista têm recorrido a nomes de perfil aparentemente técnico e que cumprem os principais dispositivos da legislação para emplacar seus aliados. Às vezes, nem há muita preocupação em esconder a origem dos indicados.
Em dezembro, dois técnicos do Ministério dos Transportes com ampla experiência em aviação civil -

CORREIOS

Fabiana Todesco e Paulo Henrique Possas - deixaram o conselho de administração da Infraero e foram substituídos por pessoas bastante ligadas ao PR, partido do ministro Maurício Quintella. O novo presidente do conselho, Luiz Alberto Albuquerque Souza, era chefe de gabinete do deputado Aelton Freitas (MG); Antônio Hermínio Nascimento da Silva atua como funcionário na liderança do PR na Câmara.

O engenheiro Antônio Claret, que assumiu a presidência executiva da estatal de aeroportos em meados do ano passado, tem mais de três décadas de experiência no grupo de metalurgia Vallourec & Mannesmann. Mesmo com um currículo de respeito, ele só foi alçado ao cargo graças à indicação do ex-deputado Bernardo Santana, homem forte do PR em Minas.

"A lei tornou mais difícil a distribuição de cargos a esmo, mas não é uma bala de prata contra indicações políticas", afirma o professor Sérgio Lazzarini, especialista em estratégia empresarial do Insper. "A gente já sabia que ela não iria eliminar todos os problemas. Sempre se pode achar algum indicado que atenda seus requisitos", acrescenta o professor.

Para ele, a nova legislação representa um avanço porque reduz os espaços para ocupação partidária. Abusos e malfeitos, segundo Lazzarini, precisam ser coibidos com investigações e punições. "Infelizmente não é nenhuma lei que conseguirá banir isso." Ao comentar a situação de colapso financeiro vivida pelos Correios, o ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, colocou o loteamento de cargos nos últimos anos como um dos motivos para a crise. A divisão, no entanto, continuou como praxe depois que o PSD - partido fundado e controlado pelo ministro - assumiu o comando da empresa postal no início do governo Temer. Em janeiro, uma liminar da Justiça Federal em Brasília chegou a afastar seis vice-presidentes dos Correios por suposto descumprimento das exigências da nova legislação. O afastamento durou menos de 48 horas, mas reforçou a ideia de que o primeiro escalão da estatal foi rateado entre partidos da base aliada.

Quatro vice-presidências são feudos do PSD: além do próprio Kassab, os deputados Diego Andrade (MG), Fábio Faria (RN) e Antônio Goulart (SP) dividem as indicações. Sobra espaço ainda para o líder do PTB, Jovair Arantes (GO), a quem se atribui o comando da vice corporativa.Dois parlamentares que contrariam a orientação do PDT e votaram pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff também foram agraciados com indicações na cúpula dos Correios: o deputado Mário Heringer (MG) colocou um aliado na área de gestão de pessoas; o senador Telmário Mota (RR), hoje sem partido, tem ascendência sobre encomendas.

Detalhe: três vice-presidentes são servidores de carreira, o que fez passar no crivo da lei, mas só chegaram aos postos de comando por terem se tornado "afilhados" políticos dos parlamentares.

"Os requisitos para dirigentes têm que ser ultrapassados com folga pelos candidatos, e não na base do jeitinho, como o governo aparentemente tem feito", diz o representante dos trabalhadores no conselho de administração dos Correios, Marcos César Alves Silva. Para ele, o governo não "vestiu a camisa" da nova legislação e afrouxou a cobrança para acomodar indicações da base.

Uma das brechas que têm sido constantemente encontradas para driblar a Lei 13.303 está na experiência de quatro anos, em cargo de comissão ou em função de confiança "equivalente" a DAS-4 no setor público, como um dos possíveis requisitos para dirigentes de estatais. Como lembra Silva, as funções DAS-4 são de média estatura na hierarquia do Poder Executivo e não representam garantia de qualificação dos candidatos a dirigentes. Segundo ele, a palavra "equivalente" na lei tem permitido ao governo fazer malabarismo para colocar seus nomes preferidos em cargos de direção.

No fim do ano passado, a Caixa promoveu mudanças no segundo escalão, tentando seguir um misto de qualificação técnica e indicação política. A regra foi encontrar perfis parecidos com o do próprio presidente, Gilberto Occhi, que é de carreira na instituição financeira, mas bancado no cargo pelo PP. A vice-presidência de riscos, de grande importância para a calibragem de volumes e juros a grandes operações de créditos, saiu da órbita do Ministério da Fazenda - como quase sempre ocorria - e teve sua indicação feita pelo deputado Pauderney Avelino (DEM-AM). Houve indicações ainda do PMDB, do PSDB, do PRB e do PP.

Outra demonstração de influência política em um posto de comando nas estatais foi dada na segunda-feira.

O senador Edison Lobão (PMDB-MA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, conseguiu arrancar do governo o apoio para reconduzir seu filho Márcio à chefia da Brasilcap. Ele já presidia a empresa de títulos de capitalização e teve o mandato renovado, mesmo depois de ter sido alvo em fevereiro da Operação Leviatã, um desdobramento da Lava-Jato. Lobão teria recorrido a Temer para preservar o cargo. (Colaboraram Eduardo Campos, Marcelo Ribeiro e Raphael Di Cunto)
Pastor evangélico gerencia plano de saúde dos Correios na PB

VALOR ECONÔMICO
6/4/17


Os Correios acumulam R$ 4 bilhões de prejuízo nos dois últimos anos e o comando da estatal atribui boa parte da sangria à situação da Postal Saúde. Criada em 2014, ela ficou responsável pela gestão direta do plano de assistência médica de 117 mil empregados e seus déficits representam mais de 80% do rombo da empresa. A gravidade das contas é tamanha que o presidente dos Correios, Guilherme Campos, fez um alerta aos senadores em audiência pública na semana passada: o plano de saúde estava "matando" a companhia postal. No entanto, em vez de colocar administradores experientes em cargos de comando para sanear sua subsidiária, a estatal distribuiu chefias regionais para parlamentares da base governista. Na Paraíba, o deputado Rômulo Gouveia (PSD) é fiador do gerente regional da Postal Saúde, Inaldo Camelo, advogado e pastor evangélico, mas sem currículo na área. Sem formação superior, Geofrancio de Jesus Reis assumiu cargo semelhante em Sergipe, bancado pelo também deputado Mitidieri (PSD-SE). O ex-goleiro e hoje deputado Danrlei de Deus (PSD-RS) patrocinou a ida de Helena Soares - candidata a vereadora em Porto Alegre - para a gerência gaúcha do plano. O PPS, o PSDB e o PDT fizeram indicações para chefias regionais da Postal Saúde em Goiás, Rondônia e Pernambuco, respectivamente. Em todos os casos, foram nomeadas pessoas que não fazem parte do quadro de funcionários dos Correios. Segundo a diretoria da estatal, uma reformulação do convênio médico é urgente porque os empregados assumem só 7% das despesas médicas e hospitalares, enquanto a empresa arca com 93% dos gastos.
Águas Claras, da PF, prende 5 por desvios na Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos

ESTADÃO ON-LINE
6/5/17


Operação apura o destino de cerca de R$ 40 milhões repassados à CBA


A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira, 6, a operação Águas Claras para apurar um esquema de desvio de recursos públicos repassados à Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos – CBDA, envolvendo dirigentes do órgão e empresários. Em nota, a PF informou que cinco investigados foram presos e quatro foram conduzidos coercitivamente a unidades da PF em São Paulo e no Rio de Janeiro. Outros 16 mandados de busca e apreensão também foram cumpridos. Todas as medidas foram expedidas pela 3ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

O trabalho é fruto de parceria entre a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, com a participação da Controladoria-Geral da União e iniciou-se após denúncias de atletas, ex-atletas e empresários do ramo esportivo brasileiro.

As investigações apuram o destino de cerca de R$ 40 milhões repassados à CBA. Há indícios de um esquema de desvios de recursos públicos captados por meio de convênios e leis de fomento ao esporte, sem a devida aplicação – conforme previsto em lei e nos contratos assinados. Segundo o inquérito policial, ao invés dos valores recebidos serem aplicados corretamente (em incentivos aos esportes aquáticos e na viabilização de práticas esportivas aquáticas), os recursos eram mal geridos ou desviados para proveito pessoal dos investigados.

Apesar de se tratar de entidade privada, uma confederação desportiva recebe recursos públicos federais por meio de convênios com o Ministério do Esporte, de recursos provenientes da Lei de Incentivo ao Esporte, da Lei Agnelo Piva. No caso investigado, também recebe patrocínio dos Correios – que também é uma empresa pública. Assim, a entidade está submetida à Lei de Licitações e seus agentes são considerados funcionários públicos para efeitos penais, conforme o Código Penal (artigo 327).

Os investigados responderão, de acordo com suas participações, pelos crimes de peculato, associação criminosa e fraude a Lei de Licitações, sem prejuízo de outros crimes eventualmente apurados no decorrer da instrução criminal.
TCU identifica desvio de r$ 1,1 bilhão no Postalis

O ANTAGONISTA
5/4/17


Auditoria do TCU identificou desvios de R$ 1,1 bilhão no Postalis, o fundo de pensão dos funcionários dos Correios. Os ministros aprovaram há pouco o relatório do ministro Vital do Rêgo, que determinou o bloqueio de bens dos ex-diretores.