terça-feira, 8 de agosto de 2017

Demora na entrega de encomendas pelos Correios gera reclamações em Alagoas

G1 AL
07/08/2017 

Empresa alega que está enfrentando dificuldades operacionais por conta de atualização de equipamento na central em Recife.

Esperar pela entrega de uma encomenda sempre foi um teste de paciência, principalmente quando o rastreamento mostra que o objeto já está na cidade, mas nunca chega às mãos do destinatário. Os Correios vêm recebendo reclamações do todo o Brasil por causa disso.

Em Alagoas, a empresa reconhece que vem enfrentando dificuldades, e garante que já está trabalhando para normalizar a situação.

O coordenador de engenhara clínica, Acelino Pedro, mora em Maceió e fez uma compra pela internet que foi postada no dia 11 de julho. O prazo de entrega terminou no dia 27 daquele mês, mas ele ainda não recebeu nada.Ele diz que tentou entrar em contato com a Central de Distribuição no Paraná, com a de Pernambuco, que controla a distribuição no Nordeste, e com a de Maceió, que fica no bairro do Tabuleiro. As tentativas, no entanto, foram sem sucesso.

“Tenho um amigo em Recife que só recebeu uma encomenda depois de reclamar pela internet, no Ministério Público Federal e no Procon. Tem muita gente na mesma situação que eu, e não resta mais nada a fazer senão esperar”, diz.

Na página dos Correios nas redes sociais o número de reclamações em cada postagem que a empresa faz é imenso. “Triste. Meu produto em rota há 15 dias, e eu precisava dele para trabalho, e até agora nada! Correios está piorando de uma maneira inexplicável”, disse uma internauta.

Problema
O gerente operacional dos Correios em Alagoas, Adalberto Almeida, reconhece que a empresa vem enfrentando problemas para manter as entregas em dia.

“Tivemos um problema na máquina de triagem (processo de separar os objetos postados para entrega) em Pernambuco, que é a nossa centralizadora. Por isso, a triagem está sendo feita manualmente. Esse gargalo é maior aqui no Nordeste. A máquina está passando por atualização, mas não tem prazo para que isso seja concluído”, explica Almeida.Ainda segundo ele, para contornar a situação no estado, a empresa está organizando mutirões de entregas, que acontecem inclusive aos fins de semana. A expectativa é que os atrasos sejas resolvidos até a próxima semana.

“A gente vem trabalhando para minimizar e eliminar esses atrasos. Desde a semana passada estamos trabalhando também aos sábados e domingos, em regime de mutirão, com a distribuição externa e tratamentos dos objetos internos. O pessoal do administrativo também está ajudando, para garantir que os carteiros fiquem mais tempo nas ruas e consigam fazer as entregas. Todos estão trabalhando duas horas a mais por dia”, afirma o gerente operacional.É preciso ficar atento.

Além do atraso operacional dos Correios, existem outros detalhes que também podem interferir na velocidade da entrega das encomendas. O tipo de postagem, se é rápida ou no tempo padrão de 10 dias, e se o objeto vem de fora do país. Nesse último caso, o atraso pode ser provocado por uma parada obrigatória na Receita Federal e, depois, na Secretaria da Fazenda do estado.

“Para todo objeto internacional, que tem observado um crescimento na demanda, quando ele entra no país quem primeiro toca nele é a Receita. Ela não tem a mesma agilidade dos Correios para a liberação dos objetos, já que há a fiscalização, a tributação de cada item. Claro, nós temos uma parcela de culpa na demora também, mas se demora lá, atrasa nossa parte”, esclarece Almeida.O que também pode fazer com que as entregas demorem é a quantidade de pessoas que vão procurar receber suas encomendas diretamente no Centro de Distribuição.


“Nossa central [no Distrito Industrial, no Tabuleiro] está preparada para fazer a entrega dos objetos de forma externa. Se tiver uma demanda grande de pessoas lá, vai ter que parar a triagem, o que atrasa ainda mais as entregas. O ideal é que as pessoas não vão até lá e aguardem a entrega em casa”, conclui Almeida.
MPF-DF pede condenação de ex-presidente dos Correios por improbidade

METRÓPOLES
07/08/2017

O Ministério Público Federal do Distrito Federal (MPF-DF) propôs uma ação contra o ex-presidente dos Correios Wagner Pinheiro Oliveira e outros três funcionários da empresa por improbidade administrativa. De acordo com o órgão, os agentes viajaram a Paris, em 2013 e 2014, para assistir ao torneio de tênis de Roland Garros com todas as despesas pagas pelo grupo Bandeirantes Comunicação.
Os custos bancados teriam incluído passagens aéreas em classe executiva, hospedagem em hotel de luxo, alimentação e ingressos do evento. Além dos funcionários, parentes teriam sido agraciados pela empresa privada. Para o MPF, a conduta dos quatro alvos da ação fere o dever de honestidade, legalidade e lealdade às instituições.


Ilegalidades
Segundo o MPF-DF, as viagens teriam sido oferecidas pela Confederação Brasileira de Tênis, patrocinada pelos Correios. Na petição inicial, o órgão registrou que a entidade disse ter uma parceria com o grupo Bandeirantes, transmissora exclusiva do torneio até 2017.A estimativa do MPF é que tenham sido gastos em torno de R$ 20 mil para cada funcionário e acompanhante, acumulando um total de R$ 280 mil – o que, hoje, equivale a quase R$ 400 mil.Além da punição ao ex-presidente dos Correios, o MPF-DF pede a condenação de Graziela Maria Godinho Cavaggioni, Adeilson Ribeiro Telles e Luís Mário Lepka, que à época dos fatos seriam, respectivamente, chefe do Departamento de Comunicação Estratégica, chefe de gabinete da Presidência e vice-presidente de Finanças e Controle Internos.
Correios investigam venda de uniformes no Paraguai

Metro
07 de agosto 2017

Há pouco mais de uma semana, o estudante de medicina Paulo Henrique Matias estava em um hipermercado na região de Assunção, capital do Paraguai. Em um corredor, dispostas em ‘araras’, estavam dezenas de camisas dos Correios, o clássico uniforme amarelo e azul usado por carteiros de todo o Brasil.

“Achei muito curioso, mas na hora eu estava com pressa. Uns dias depois eu estava mais tranquilo, fazendo compras com a minha família, e as camisas continuavam lá”, conta Matias, que tomou um uniforme nas mãos, tirou uma foto e publicou no Facebook. Ontem a postagem já tinha mais de 3,6 mil compartilhamentos.

O mistério nas redes sociais é o mesmo que agora move uma investigação dos Correios com apoio da PF (Polícia Federal): afinal, como os trajes dos trabalhadores postais no Brasil estavam à venda em um comércio paraguaio pela bagatela de 18 mil Guaranis (cerca de R$ 10 no câmbio atual)?

Matias disse ter alertado a gerente de que eram roupas de uma empresa pública brasileira, e ela “prontamente” recolheu todas. O mercado teria comprado as peças de uma empresa importadora de vestuário do Paraguai, com a qual o Metro Jornal não conseguiu contato até a noite de ontem.

Estoque ocioso
As etiquetas que aparecem nas fotos mostram camisas de pelo menos duas confecções, ambas do interior do Paraná: a B2, de Apucarana, e a Janbonés, de Jandaia do Sul.

Segundo o portal da transparência dos Correios, a última vez que uma delas forneceu camisas à estatal foi em 2013. Essa data – mais o fato de as roupas estarem com a logomarca antiga, aposentada no ano seguinte – indica que são uniformes velhos.

Os Correios afirmaram que “possuem processos rígidos de destinação correta dos materiais que não estão mais em uso, garantindo a descaracterização dos uniformes antes do descarte”.

Na prática, porém, nada impede que haja centenas de uniformes usados em circulação. A cada três meses, em média, os carteiros ganham novos kits – três camisas, três calças, tênis, cinto e meias – e nem sempre devolvem os antigos após o uso.

“Eles [a administração] pedem para devolver. Mas pouca gente devolve. E eles não cobram essa devolução. Apenas pedem para devolver”, conta Fabiano Batista, dirigente do Sintcom-PR (Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Paraná).

Apenas nos contratos de 2017, os Correios compraram 17.575 novas camisas. O preço unitário variou entre R$ 11,40 e R$ 11,81, ou seja, um pouco mais caro do que as vendidas no Paraguai. As compras são feitas pela administração central dos Correios, em Brasília, que distribui o material para todas as unidades do país.

Em 2016, foi identificada no portal a compra de mais de 213 mil camisas, somando as de manga curta e manga longa – ambos os tipos, alguns com etiqueta arrancada, estavam disponíveis no mercado paraguaio, diz Matias.

Na Polícia Federal ninguém quis comentar o assunto. Apesar de já haver uma investigação, Matias diz que ainda não foi procurado por autoridades policiais para falar sobre o caso.

Procurada, a empresa B2 negou ter vendido camisas para fora dos Correios e diz que auxilia as investigações. Já a Janbonés afirmou ter sido orientada pelos Correios a não se manifestar.

Mercado teria feito muitas vendas
O baixo preço das camisas – cerca de R$ 10 pela de manga longa e R$ 8 pela de manga curta – fez com que várias tivessem sido vendidas no Paraguai até a intervenção de Matias, segundo o estudante. Os uniformes estariam no local há cerca de um mês.

“Cheguei a comprar uma camisa – e depois devolvi – para gravar um vídeo mostrando o comércio”, diz Matias.

Uniformes de carteiros e de outros funcionários públicos, falsos ou verdadeiros, costumam ser usados no Brasil para a prática de golpes ou assaltos.


Sobre as investigações, os Correios afirmam que “apuram os fatos internamente e com a PF para que sejam punidos quaisquer envolvidos”.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017




RESULTADO DAS ELEIÇÕES


POSTALIS 2017

Informamos, abaixo, o resultado final das eleições para o Postalis/2017.

Das quatro vagas do pleito em questão conseguimos eleger nossos candidatos em três delas: 01 vaga de Diretor de Benefícios, 01 vaga para o Conselho Deliberativo e 01 vaga para Conselho Fiscal.

Esse resultado ratifica, mais uma vez, a importância das parcerias firmadas e a convergência de propósitos.

Nossos agradecimentos a todos os associados que acreditaram e trabalharam para o nosso sucesso.
Juntos sempre poderemos mais!!


Direção Nacional da ADCAP.











quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Guilherme Campos, atual presidente dos Correios, responde na justiça por danos morais coletivos e atrai blogueiros simpáticos a suas atrocidades



No último dia 31/07/2017, às 13h06, a presidente da ADCAP Nacional, Maria Inês Capelli Fulginiti, participou de audiência inicial de conciliação, na 15ª Vara do Trabalho de Brasília/ DF, relativa ao processo n° 0000848-45.2017.5.10.0015 – ação de Danos Morais Coletivos em face do Sr. Guilherme Campos Junior. Na ocasião, o réu não apresentou proposta de conciliação, ficando deliberado o prosseguimento do feito até as audiências de instrução e julgamento, com posterior pronunciação da sentença.

Tal ação decorre das constantes declarações do Sr. Guilherme Campos Junior, junto aos meios de comunicação, denegrindo a imagem da empresa e expondo os empregados a situações constrangedoras, de instabilidade, com clara ofensa à personalidade, dignidade e, principalmente, a sua integridade psíquica.

Casualmente (ou não) logo após a referida audiência, às 15h27 desse dia, deparamo-nos com a seguinte publicação no blog “O Antagonista”:Assim, cabe esclarecer que:




1. A ADCAP nunca “mamou” nem é ligada a nenhum partido político, seja PMDB, PT, PDT, PSD ou qualquer outra legenda. Inclusive foi e ainda é perseguida por todas as administrações desses “grupos políticos”.2. Na audiência, o presidente dos Correios não “deu explicação” alguma sobre qualquer assunto. “Entrou mudo e saiu calado”.

3. A ADCAP sempre foi contra o aparelhamento político-partidário nos Correios. Não é o “aval” de um partido político que deve nortear a gestão dos Correios ou de qualquer outra empresa estatal.

4. As “gorduras” que deveriam ser cortadas não são os benefícios concedidos, durante anos, em negociações coletivas e validados pelo TST, mas sim a indicação de derrotados políticos para cargos comissionados, Vice-Presidentes sem o cumprimento dos requisitos da Lei das Estatais, assessores especiais e apadrinhados políticos cedidos de outros órgãos públicos.

5. A publicação desta nota imediatamente após a audiência nos leva a crer que “O Antagonista” é simpático às atrocidades que o réu vem praticando e que ora são questionadas na justiça, em detrimento da boa gestão e do respeito aos trabalhadores que carregam esta empresa há 354 anos e que tão bem prestam serviços à sociedade brasileira.

Tal crença à simpatia mencionada é ratificada com as últimas publicações do “Antagonista”, também em 31/07/17, com os títulos: Correios: 45,8 milhões de reais por ano de “vale-cultura”, Correios: vale-refeição nas férias, Correios: 107 milhões de reais de “vale-peru”, parecendo-nos até matéria paga.

Continuamos acreditando que a justiça seja feita, lutando sempre em defesa da nossa Empresa e dos nossos associados.


Direção Nacional da ADCAP.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Rentabilidade do PostalPrev supera meta do 1º semestre

Postalis
1 de agosto, de 2017

O Plano PostalPrev teve rentabilidade de 4,43% no primeiro semestre de 2017, superando em 15% a meta atuarial para o mesmo período. O plano está superavitário em R$ 507 milhões no fechamento do primeiro semestre.

Atualmente com um patrimônio consolidado de R$ 4,8 bilhões, o PostalPrev teve um crescimento de R$ 324 milhões no ano. Cerca de 63% dos investimentos do plano estão em Títulos Públicos Federais, ou seja, aproximadamente R$ 2,8 bilhões.

O Diretor de Investimentos, Christian Schneider, avalia que as estratégias de alocação dos recursos tomadas até o momento estão se mostrando acertadas e em consonância com os movimentos do cenário econômico que vivemos. “Estamos atuando de forma assertiva nos investimentos do Postalis. Prova disso, são os resultados que já começam a aparecer no Plano PostalPrev”, destacou.


Para saber mais, acompanhe o boletim “Postalis em Números”  que apresenta dados da gestão como alocação da carteira de investimentos, volume de arrecadação, pagamento de benefícios, evolução do patrimônio, reservas matemáticas e rentabilidade dos planos de benefícios. Por meio do boletim, os participantes podem acompanhar de perto a gestão do Instituto.


Empresário terceiriza área de TI 

ESTADÃO ON-LINE
31/7/17 

Com fornecedor, PME busca suporte e segurança de dados

Montar uma equipe de tecnologia da informação (TI) e investir nessa área em uma companhia demandam tempo, conhecimento e dinheiro. Por isso, muitos empresários acabam delegando esse serviço a provedores que oferecem soluções digitais como emails corporativos e armazenamento em nuvem.

Questões envolvendo o atendimento foram consideradas essenciais para 33% nesta categoria. Desses, 71% destacam entre os critérios de escolha a agilidade na resolução de problemas. “Sabemos que o suporte 24 horas é importante para aproximar o pequeno empresário, que busca uma administração de TI simplificada”, diz Izabelle Macedo, diretora de marketing para a América Latina do Google Cloud.

A segurança dos dados também é importante para os entrevistados. “Ninguém vai pegar todas as informações da companhia e pôr na nuvem de uma empresa de que nunca ouviu falar”, afirma Luis Carlos dos Anjos, gerente de marketing da Locaweb.

Uso do Gmail pessoal leva a corporativo
A conta pessoal no Gmail é a porta de entrada para pequenos e médios empresários adquirirem os serviços corporativos de e-mail e nuvem da Google, que ficaram em primeiro no ranking de satisfação da categoria, com 90 pontos. “Muitas pessoas já usam o Gmail como pessoa física e vêm em busca de uma solução mais robusta para sua empresa”, diz Izabelle Macedo, diretora de marketing para a América Latina do Google Cloud.

Chamado de G Suite, o serviço da Google para empresas oferece e-mail comercial, videoconferência, agendas, armazenamento na nuvem e compartilhamento de arquivos. “A integração de todos esses serviços é muito importante para o pequeno empresário, porque significa uma redução de custos. Ele não precisa adquirir vários softwares para o processamento de dados.”

Para 61% dos entrevistados, os serviços em si são o principal critério para optarem por uma marca. Desses, 67% consideram a qualidade o quesito mais importante. Segundo Macedo, o serviço de e-mail da Google tem uma garantia de tempo de atividade de 99,9%. “Ou seja, não há um momento em que ele não estará funcionando”, afirma.

Plataformas apostam em loja virtual
Perto da Google no ranking de satisfação, a Locaweb, que obteve 87 de índice, quer ir além dos serviços de e-mail e hospedagem. A empresa, que estima que 80% dos seus clientes são pequenos e médios empresários, tem investido também em soluções de comércio eletrônico, como a criação de lojas virtuais.

“Muitos empresários já tinham um site institucional e, do ano passado para cá, observamos um aumento na sua intenção de também vender pela internet. Registramos uma taxa de crescimento de 50% na unidade responsável por essas soluções”, afirma Luis Carlos dos Anjos, gerente de marketing da Locaweb.

A Uol Host também tem apostado na modalidade. “Hoje, o cliente consegue, com poucos passos, criar uma loja virtual integrada com a PagSeguro e os Correios”, afirma Roosevelt Nascimento, gerente geral de produtos da marca.

A empresa quer se consolidar como uma one-stop shop, uma loja com todos os produtos e os serviços em um único lugar. Para isso, começou a trabalhar também com ferramentas de divulgação para os clientes, como revenda de Google AdWords e suporte para envio de e-mail marketing.