segunda-feira, 22 de junho de 2020

Adcap Net 22/06/2020 - Pandemia mudou o calendário de privatizações e Justiça aceita denúncia do MPF relacionada ao Postalis - Veja mais!



Pandemia mudou o calendário de privatizações. Veja quando o governo quer vender cada estatal

Gazeta do Povo
20/06/2020



A pandemia do novo coronavírus mudou o calendário de privatizações do governo, que começaria neste ano. A intenção era vender ou fechar três estatais no segundo semestre deste ano, de oito a dez empresas em 2021 e os Correios em 2022. Esse calendário teve de ser revisto por causa da crise causada pelo vírus.

Agora o governo trabalha agora com a previsão de liquidar a Ceitec e privatizar a Emgea em 2020. A Ceitec é produtora de chips para identificação e rastreamento de produtos e animais que ficou conhecida pela produção do “chip do boi”. Ela é, desde a sua criação, em 2008, uma estatal dependente do Tesouro Nacional, ou seja, precisa receber dinheiro todo ano do governo, pois não gera receita suficiente para pagar suas contas.

A previsão é de que a liquidação da empresa ocorra no terceiro trimestre deste ano. O governo deve qualificar uma Organização Social (OS) para tocar os projetos de pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e inovação no setor de microeletrônica, que hoje são executados pela Ceitec.

Para a Emgea (Empresa Gestora de Ativos), a previsão é de privatização no quarto trimestre. No ano passado, o Tesouro alertou o governo que a principal fonte de receita da empresa – créditos perante o Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS) – não vem se materializado, complicando o caixa, o que poderia levar a estatal a se tornar dependente de recursos do Tesouro Nacional nos próximos anos.

Casa da Moeda não será privatizada
Saiu da lista de privatizações em 2020 a Casa da Moeda. A estatal seria privatizada no quarto trimestre, segundo o calendário que o governo trabalhava até fevereiro, antes da pandemia, conformou mostrou a Gazeta do Povo.

A empresa teve de deixar a lista por dois motivos. Primeiro, a medida provisória que acabaria com a exclusividade da Casa da Moeda na fabricação de papel-moeda, moedas metálicas, passaportes e selos perdeu a validade em abril deste ano, já que não foi aprovada há tempo pelo Congresso. Depois, porque o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) passou a considerar a empresa como “estratégica”, conforme ele noticiou em sua live semanal do dia 28 de maio.

Eletrobras e Correios em 2021
Para o começo de 2021 ficou a liquidação da Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF). A previsão é que a extinção da empresa e a transferência dos seus ativos para a União ocorra no primeiro trimestre do próximo ano. 
A empresa já vem fechando unidades e reduzindo capital.

Também está prevista para o primeiro trimestre de 2021 a privatização da Eletrobras. Mas, primeiro, o Congresso precisa aprovar neste ano o projeto de lei que autoriza a venda. Esse projeto está parado no Congresso desde novembro de 2019. O Senado é o principal empecilho para o avanço do texto.

A ideia do governo é transformar a Eletrobras numa empresa privada de capital aberto pulverizado. A privatização será feita através da emissão de novas ações ordinárias (com direito a voto na assembleia geral) para aumento de capital, de forma que a União deixe a posição de acionista majoritária.

Se confirmada a privatização da estatal de energia, será a primeira “joia da Coroa” a ser vendida, termo utilizado para se referir às principais estatais do governo. Outra “joia da Coroa” na mira da privatização são os Correios, mas só no quarto trimestre de 2021. Nesse caso, o prazo foi adiantado em um trimestre.

Confira abaixo o calendário de privatizações trabalhado pelo governo até o momento:




Guedes quer acelerar privatizações
Segundo o jornal "O Globo", o ministro da Economia, Paulo Guedes, quer acelerar o calendário de privatizações. Ele teria pedido na última reunião do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) para fazer quatro grandes privatizações este ano. A intenção dele seria privatizar a Eletrobras, os Correios, o Porto de Santos e a Pré-Sal Petróleo S.A. 
(PPSA), uma subsidiária da Petrobras.

A venda da Eletrobras e dos Correios precisa, necessariamente, de aprovação do Congresso. O processo de privatização do Porto de Santos já está em curso, mas a previsão do PPI era fazer a desestatização somente em 2022, porque antes precisam ser concluídos estudos, audiências públicas e o edital, além de obter o aval do Tribunal de Contas da União (TCU).

A privatização da PPSA é mais fácil, por se tratar de uma subsidiária, e não de uma estatal. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a venda de subsidiárias não precisa do aval do Congresso.

A PPSA foi criada em 2010 para a União viabilizar sua participação no regime de partilha do pré-sal. A parte da União nos contratos do pré-sal que operam sob regime de partilha é assinada e gerida pela PPSA. É função dela vender os óleos e gás da União previstos pelos contratos.

O governo já manifestou o desejo de acabar com o regime de partilha do pré-sal, considerado um dos motivos para o fracasso do megaleilão realizado no ano passado. O Planalto deve apoiar o projeto do senador José Serra (PSDB-SP), que flexibiliza o regime e acaba com o direito de preferência da Petrobras. Por Jéssica Sant'Ana, Gazeta do Povo.

Corrupção no Postalis leva Justiça a aceitar denúncia do MPF contra quinze envolvidos

O Globo
22/06/2020

As falcatruas cometidas no Postalis ainda no segundo governo de Lula, o fundo de pensão dos funcionários dos Correios, ainda estão longe de esgotar suas consequências penais. A Justiça Federal de Brasília aceitou a denúncia oferecida pelo MPF contra diversos ex-dirigentes, politicos e lobistas, num processo criminal que prevê reparação econômica, de R$ 779 milhões.

Entre os quinze denunciados, estão Alex Predtechensky, ex-presidente do Postalis, Adilson Florêncio da Costa, ex-diretor financeiro, Zeca Oliveira, ex-presidente do BNY Mellon, Arthur Pinheiro Machado, o lobista Milton Lyra Filho, e o sumido Marcelo Sereno, ex-assessor do ex-chefe da Casa Civil da Presidência, José Dirceu.

O juiz Marcus Vinícius Bastos já determinou um bloqueio de R$ 259,7 bilhões nos bens dos 15 denunciados.

As tarefas espinhosas de Fábio Faria

O Antagonista
21/06/2020

Helena Mader, na Crusoé, diz que o novo ministro das Comunicações, Fábio Faria, terá de desatar alguns nós na pasta recriada por Jair Bolsonaro.

O ministério, por exemplo, terá de superar gargalos nas áreas regulatória e tributária, além de tocar a privatização de empresas como a EBC, a Telebras e os Correios.



Direção Nacional da ADCAP.

sexta-feira, 19 de junho de 2020

Adcap Net 19/06/2020 - Correios buscam se adaptar à pandemia e vão lançar ‘lockers’ - Veja mais!


Correios buscam se adaptar à pandemia e vão lançar ‘lockers’

Demanda do comércio eletrônico cresce 25% e faz estatal contratar temporários e ampliar jornadas

Valor
19/06/2020

O presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, Floriano Peixoto, desdobrou-se para enfrentar um obstáculo adicional ao desafio de reerguer as finanças da estatal: o súbito aumento da demanda do serviço de entregas em meio à pandemia, provocado pela expansão do comércio eletrônico. Há um ano no cargo, Peixoto traçou como prioridade resolver a baixa liquidez de caixa, reestruturar a empresa e desenvolver ações estruturantes de médio e longo prazo. Ele cita o pacote de novos negócios da empresa e adianta que o projeto de oferta de “lockers” - espécie de “armários inteligentes” para recebimento de encomendas - será testado em breve em Brasília e no Rio de Janeiro.

General da reserva, Peixoto era ministro da Secretaria-Geral da Presidência, quando o presidente Jair Bolsonaro o convidou para assumir a presidência dos Correios em junho do ano passado. Agora a estatal deixa o guarda-chuva da Ciência e Tecnologia para integrar a estrutura do novo Ministérios das Comunicações, que passou ao controle do PSD no âmbito das articulações para consolidar o Centrão na base aliada ao governo.

Ao Valor, Peixoto diz que na prática essa mudança não altera os planos que traçou para sua gestão, porque está mantida a missão específica que o presidente Jair Bolsonaro lhe confiou: “recuperar a sustentabilidade financeira da empresa”. O balanço publicado na última quarta-feira no Diário Oficial mostra que o saldo do final do caixa da empresa em 2019 foi de R$ 537 milhões. Quando Peixoto assumiu o cargo, o número projetado era negativo, de R$ 9 milhões.

Peixoto reorganizou a estrutura da diretoria, reduzindo os níveis funcionais, e buscou otimizar o processo decisório, “dando mais atenção às 28 superintendências estaduais” - são duas superintendências em São Paulo: uma na capital e outra no interior.

Ele cita como uma das marcas de seu primeiro ano à frente da empresa a dissolução da CorreiosPAR, subsidiária deficitária criada em 2014 para constituir e gerir parcerias societárias estratégicas. A medida concretizada no início do ano gerou um retorno de receita estimado em R$ 25 milhões à estatal. “Foi a primeira empresa a ser completamente encerrada na gestão Bolsonaro, significa um CNPJ a menor dependurado na administração pública”.

Os Correios estão na mira do programa de desestatização do Ministério da Economia. Segundo Peixoto, os estudos mais complexos, patrocinados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), começam no mês que vem com previsão de se estenderem até 2021. “A conclusão será o que a consultoria contratada indicar como melhor opção, mas a nossa missão é assegurar a sustentabilidade da empresa, o que auxiliará na definição do seu futuro”, disse o presidente.

Ele reconhece que o isolamento social levou as pessoas a se valerem mais do comércio eletrônico, tendência que pressionou o serviço de entregas da empresa em 25% a mais. No mesmo período do ano passado, relativo aos meses da pandemia (de março até agora), foram movimentados ao menos 25 milhões de encomendas.

A empresa teve de contratar mão-de-obra temporária, colocou linhas de transporte adicionais, revisou prazos de entrega de alguns serviços, autorizou a realização de horas extras e jornadas nos fins de semana para tentar evitar a queda na qualidade do atendimento. Peixoto admite que houve reclamações de atraso na entrega de produtos, mas pondera que a empresa está se empenhando em manter a qualidade no atendimento. “Estamos tendo gastos com recomposição de pessoal, mas o momento exige e a empresa está comprometida com tudo isso.”

Em relação a 2019, 40% da receita sobre a venda de serviços (R$ 7,6 bilhões) veio do segmento de mensagens, como cartas e faturas de bancos, enquanto 60% (R$ 11,5 bilhões) foram originários dos serviços concorrenciais, como entrega de encomendas, marketing e logística.

A partir deste ano, a saúde fiscal dos Correios começa a colher os resultados do imbricado processo de saneamento do plano de saúde dos servidores, que levou Peixoto a enfrentar uma greve em seus primeiros meses de gestão. O imbróglio foi julgado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), que fixou 3% de reajuste salarial aos servidores, mas determinou a exclusão dos pais e mães como dependentes do plano.

Originalmente, a regra era de coparticipação do servidor de apenas 3% e a empresa arcava com 97%, sendo que pais e mães eram admitidos como dependentes. Após os últimos anos de acalorado debate, paralisações e judicialização, essa coparticipação subiu para 50% e os ascendentes foram excluídos do plano.

A despesa dos Correios com o plano de saúde no ano passado foi de R$ 1,7 bilhão, dos quais, R$ 500 milhões referem-se a gastos com tratamento de pais e mães. A partir deste ano, essa despesa não será mais contabilizada, mas houve decisão judicial para que tratamentos em andamento, especialmente nos casos crônicos, não sejam descontinuados.

A gestão de Peixoto ainda vem arcando com despesas das administrações anteriores. Por exemplo, no ano passado a empresa dispendeu R$ 343 milhões com o distrato com o Banco do Brasil relativo ao Banco Postal. Em paralelo, existem as parcelas relativas ao Plano de Demissão Incentivada (PDI), que exigirá um gasto anual de R$ 209 milhões até 2026.

Mirando o médio e longo prazo, Peixoto tem uma ampla carteira de projetos em andamento, como a elaboração de um novo plano de cargos e salários, que prevê a “ascensão meritória” dos servidores na empresa. Em paralelo, prepara o lançamento de serviços como a “entrega no mesmo dia” e a oferta de “lockers”, serviço comum no exterior. O piloto será testado em Brasília, no Conjunto Nacional, e no Rio, na Central do Brasil. Cada armário terá um CEP, e os usuários poderão receber encomendas e retirá-las com um código de barra.

Peixoto também tem projetos de expandir o transporte de mercadorias utilizando a malha naval e o modal ferroviário. Ele ressalta que os Correios vêm tendo a excelência dos serviços reconhecida mundialmente ao conquistar por dois anos consecutivos prêmios no The World Post & Parcel Awards, considerado o “Oscar dos Correios”. A empresa recebeu em relação a 2019 um Bônus Prime que entrará como receita neste ano e nos exercícios seguintes no valor de R$ 339 milhões.

Peixoto ainda não se reuniu formalmente com o ministro Fábio Faria, mas compareceu à posse do novo ministro na última quarta-feira, e aguarda a primeira reunião para apresentar a fotografia da empresa e afinar o discurso comum sobre a estatal. Ele diz que Faria “chega para somar porque é uma pessoa afável, boa de se relacionar e traz sua enorme capacidade de articulação para o governo”. 

Ministério das Comunicações 

CNN

Bolsonaro recria pasta e nomeia Deputado Fábio Faria
Ex-ministro Miro Teixeira comenta decisão do governo

Assista AQUI a matéria

 
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Direção Nacional da ADCAP.

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Adcap Net 18/06/2020 - Privatização às pressas e na recessão para fazer caixa? Isso é certo? - Veja mais!


Ministro quer vender Correios e Pré-Sal na recessão para fazer caixa

Monitor Mercantil
17/06/2020

Apesar do lucro líquido de R$ 102,1 milhões em 2019 e da sua importância para a integração do país, os Correios seguem ameaçados de privatização. Foi o terceiro resultado positivo consecutivo, após quatro anos de prejuízos. Em 2018, o lucro foi de R$ 161 milhões. O prejuízo acumulado da estatal foi reduzido para R$ 2,412 bilhões.

Apesar da recessão mundial, o ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende fazer quatro grandes privatizações este ano: Eletrobras, Correios, Porto de Santos e Pré-Sal Petróleo S/A (PPSA), além de abrir o capital, por meio de uma oferta pública de ações, da Caixa Seguridade.

O Congresso resiste em aprovar as vendas. O caso dos Correios é o mais complicado, porque a Constituição determina o monopólio estatal do serviço postal.

Marcos Cesar Alves Silva, vice-presidente da Associação dos Profissionais dos Correios (Adcap), destaca que a empresa consegue sobreviver com seus próprios recursos mesmo atendendo em todos os municípios do país, “algo que nenhuma outra empresa brasileira conseguiu fazer até hoje”.

Ele ressalta a importância dos Correios para o comércio eletrônico e lamenta que, para o ministro da Economia, “nada disso importa e, na falta de outro argumento para justificar a intenção de privatização, agora se agarra à necessidade de fazer caixa”.

É viável privatizar os Correios e a Eletrobras ainda em 2020?

Repórter Manoel Ventura e o professor Sérgio Lazzarini, do Insper, explicam como foi atualizado o plano de privatizações do governo e analisam as chances de sucesso em meio aos efeitos da pandemia sobre a economia

O Globo
18/06/2020

Em janeiro, os planos para 2020 previam o ingresso de R$ 150 bilhões nos cofres da União com privatizações de empresas como a Eletrobras, cuja venda sofre oposição de setores do Congresso. O clima era positivo, com a retomada gradual da atividade econômica. Porém, o cenário mudou radicalmente depois da pandemia, com impacto sobre o crescimento global e o Brasil. Em abril, o secretário de Desestatização, Salim Mattar, chegou a afirmar que não havia ambiente no mercado para a venda de empresas este ano. No entanto, como o O GLOBO revelou nesta quarta-feira, o ministro Paulo Guedes pretende retomar as privatizações em 2020, apesar dos obstáculos técnicos e, principalmente, políticos. Além da Eletrobras, outras três estatais entraram na lista, inclusive os Correios.

No Ao Ponto desta quinta-feira, o repórter Manoel Ventura, da sucursal de Brasília, e o professor de Negócios do Insper Sérgio Lazzarini explicam como foi atualizado o plano de privatizações e analisam suas chances de sucesso em meio aos efeitos da pandemia. Ouça AQUI.

Equipamentos hospitalares para todo o Brasil com a parceria dos Correios

Empresa mineira fechou a loja física e está no e-commerce desde 2015

ADCAP
16/06/2020



Marcio Allemand (marcio.allemand@adcap.org.br)

BRASÍLIA- Quem busca por equipamentos médicos hospitalares na internet, logo dá de cara com os produtos da Cirúrgica Medeiros. A empresa, criada em 1987, na cidade de Sabará, em Minas Gerais, migrou para Belo Horizonte em 2009 e desde 2015 não tem loja física, é uma das mais conhecidas no ramo.

Felipe Medeiros, irmão do fundador da empresa e atual dono do negócio, conta que fechar a loja física e migrar todo o foco de vendas para plataformas de marketplace foi a melhor decisão que ele poderia ter tido.

– Nós pegamos o trem do mundo digital chegando e fomos para o e-commerce porque víamos que ali era o caminho.

A experiência deu muito certo logo de cara. Tanto que a loja física na capital mineira foi fechada e atualmente a Cirúrgica Medeiros conta apenas com um escritório onde funciona a parte administrativa. Os produtos são encontrados em plataformas como Submarino, Americanas.com e Mercado Livre e são entregues em todo o Brasil. Aí é que entra a parceria com os Correios.

Fernando diz que vende para todas as regiões do Brasil e que a parceria com as empresas de entregas e com os Correios são essenciais para que as mercadorias cheguem sem grandes problemas aos consumidores.

Em relação aos Correios, o empresário afirma se tratar do parceiro mais importante da Cirúrgica Medeiros, e que conta com todo o apoio do pessoal da agência que o atende.

– Principalmente agora, em tempos de pandemia, quando a demanda por produtos médicos hospitalares aumentou bastante.

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Pela 4ª vez os Correios venceram o World Post & Parcel Awards, o Oscar dos Correios de todo o mundo. Pode ter orgulho. Este ano os Correios alcançaram o primeiro lugar nas categorias Cross Border Growth, com o novo modelo de importação pelo portal ?Minhas Importações?, e Customer Service, com os serviços ?Compra Fora? e ?Packet?, lançados em 2019. Os Correios são mais uma vez reconhecidos e têm suas ações plaudidas pelo mundo. Pode se orgulhar! 

 
Direção Nacional da ADCAP.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Adcap Net 17/06/2020 - Correios registram em 2019 lucro de R$ 102 milhões - Veja mais!


Correios registram em 2019 lucro de R$ 102 milhões

Resultado ficou 36% abaixo do lucro de R$ 161 milhões obtido em 2018.

G1
17/06/2020


Correios registram em 2019 lucro de R$ 102 milhões — Foto: Reprodução/EPTV



Os Correios registraram lucro líquido de R$ 102,1 milhões em 2019, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (17) no Diário Oficial da União. O resultado ficou 36% abaixo do lucro de R$ 161 milhões obtido em 2018.

Trata-se do 3º ano seguido de resultados no azul após 4 anos de prejuízos.

Segundo o balanço, com o lucro obtido em 2019, o prejuízo acumulado da estatal foi reduzido para R$ 2,412 bilhões.

Já o Ebitida, que representa o lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização, foi de R$ 675 milhões no ano passado.
A receita líquida da estatal avançou 0,99%, somando R$ 18,3 bilhões.

Entre os destaque positivos no ano, o balanço cita o avanço de 7,82% na receita do segmento de encomendas e de 40,83% no segmento internacional. "Isso representa, respectivamente, incremento de R$ 660 milhões e 267 milhões em relação a 2018, apesar da diminuição de R$ 413 milhões na receita de mensagem e de R$ 162 milhões em logística", informou os Correios.

Os Correios está na lista de estatais que o governo do presidente Jair Bolsonaro pretende privatizar, mas que depende e alteração legislativa e até mesmo mudança na Constituição, uma vez que a empresa detêm por lei o monopólio da prestação do serviço postal no país.

Mensagem do Presidente

Diário Oficial da União
17/06/2020

É com satisfação que apresento o balanço econômico-financeiro referente ao exercício de 2019 da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - os Correios.

Diante do ritmo acelerado das inovações no mundo da tecnologia e das comunicações, temos promovido adaptações para desempenhar nossas atividades com responsabilidade e eficiência, fazendo jus à missão de conectar pessoas, instituições e negócios.

Honrando a tradição da empresa, a excelência no atendimento aos cidadãos brasileiros seguiu firme, contribuindo, assim, para impulsionar a economia do país. Tendo a capilaridade como relevante diferencial, foi possível colocar nossa presença em todos os Municípios do país à disposição da população, como elemento fomentador da integração nacional.

Os resultados aqui apresentados decorrem de uma série de medidas estruturantes adotadas pela atual gestão visando, principalmente, à sustentabilidade econômico-financeira e, em consequência, ao fortalecimento da instituição. Elaboradas sob a supervisão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), e em estrita sintonia com os instrumentos regulatórios da gestão pública, destacamos, abaixo, importantes ações adotadas nos eixos de Governança, de Eficiência Operacional e de Sustentabilidade Financeira.

Em termos de Governança, foi aprimorado o modelo organizacional e a gestão dos processos internos, cujas revisões trouxeram maior agilidade no processo decisório e fortalecimento da estrutura empresarial. Uma das consequências dessa medida foi o aperfeiçoamento da metodologia de identificação e tratamento de delitos na distribuição postal. Conseguimos, dessa forma, melhorar a prestação de serviço aos clientes e reduzir os pagamentos a título de indenização, contribuindo para a redução de despesas e a saúde financeira dos Correios.

Promovemos uma revisão do portfólio da empresa com foco na modernização dos serviços oferecidos, dado um ambiente de maior adaptabilidade, integração e aprendizagem contínua. A busca por adequação, eficiência e excelência no atendimento aos clientes é o que nos levou a priorizar a reformulação e a criação de soluções eficientes e convenientes para pequenos, médios e grandes clientes, com repetidos recordes de postagens em encomendas.

No que diz respeito à eficiência operacional, três pontos merecem destaque: a adequação da força de trabalho às mudanças no perfil socioeconômico da população, com a distribuição geográfica de nossos postos de atuação; a reposição de frotas para pronto atendimento ao cliente; e a modernização dos canais de atendimento. O primeiro permitiu reduzir os excedentes mal alocados e os custos diretos na operação; o segundo proporcionou uma larga otimização da rede de distribuição e das linhas de transporte; e o terceiro adaptou-se à mudança nas necessidades dos fornecedores e clientes. Em sintonia com as novas tendências mundiais dos setores de correspondência e de logística e encomendas, essas medidas impulsionaram os bons resultados que apresentamos na presente gestão, e permitiram que pudéssemos acompanhar melhor as tendências mais atuais do ramo de tecnologia, logística e transporte, em âmbito global.

Por fim, mas não menos importante, promovemos grandes avanços para recuperar e manter a saúde financeira da empresa. Atualmente, operamos com receita positiva, e percebemos que as medidas por nós empreendidas contribuem para tornar cada vez mais robusta a situação econômico-financeira dos Correios.

Ao implementar as ações listadas acima, entre outras, foi possível dinamizar a administração financeira da empresa de forma a adaptá-la à nova realidade na qual estamos inseridos. Com os resultados apresentados a seguir, comprovamos ser possível projetar uma situação de sustentabilidade de médio e longo prazos, construída de maneira mais estratégica e efetiva.

Para chegar até aqui, com todas as realizações desse exercício, foi fundamental, inegavelmente, muito trabalho e muita dedicação, reflexos do comprometimento de todos os empregados da empresa. Reconhecemos, com a mesma importância, que as parcerias e a confiança depositada em nossos serviços contribuíram, sobremaneira, para que alcançássemos essa condição, com o apoio integral do MCTIC em momentos decisivos de nossa gestão.

Com este introito, apresentamos os documentos do exercício de 2019, conforme dispõe o artigo 133, § 3º da Lei 6.404/76 (LSA): i) o relatório da administração, ii) cópia das demonstrações financeiras e iii) o parecer dos auditores independentes.

FLORIANO PEIXOTO VIEIRA NETO
Presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos
 

Para fazer caixa, Guedes quer quatro privatizações para 2020. Correios e Eletrobras estão na lista

Porto de Santos e Pré-Sal Petróleo S.A. completam plano. Processos, porém, têm de passar pelo Congresso, e há dúvidas sobre apoio de parlamentares

O Globo
17/06/2020 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, mudou seus planos e decidiu que irá trabalhar para fazer quatro grandes privatizações este ano. A decisão foi tomada na última reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), na semana passada.

O PPI agora é comandado por Guedes. A intenção dele é privatizar a Eletrobras, os Correios, o Porto de Santos e a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), além de abrir o capital (por meio de uma oferta pública de ações) da Caixa Seguridade.

Parte dessas privatizações, como da Eletrobras, porém, precisa passar pelo Congresso Nacional, e há dúvidas sobre o apoio dos parlamentares à venda das estatais.

As privatizações que Guedes quer fazer estavam previstas para os próximos anos. O ministro, porém, mudou de ideia diante da necessidade de fazer caixa este ano e devido à visão de que é necessário aumentar investimentos privados para ajudar na retomada da economia.

Mais agilidade
Uma fonte que participou da reunião afirmou que o presidente Jair Bolsonaro cobrou mais agilidade para as privatizações. O próprio Guedes sabe que esse processo está lento e precisa acelerar. Com um ano e meio de governo, as privatizações foram concentradas em subsidiárias das estatais, além de concessões de serviços, como aeroportos e estradas.

A principal novidade das empresas listadas por Guedes é a intenção de privatizar a PPSA este ano. A empresa é a parte da União nos contratos do pré-sal que operam sob regime de partilha. Sob este regime, parte da produção dos campos fica com o governo federal, em percentual definido no leilão.

O governo, na prática, entra como sócio do empreendimento. A PPSA foi criada em 2010 e é também responsável pela comercialização do óleo e do gás que ficam com o governo e pela gestão dos contratos de partilha.

Técnicos do ministério estão trabalhando no modelo para a venda da empresa. O ministro quer acabar com o modelo de partilha, por considerar que ele é pouco eficiente e atrasa investimentos.

Outra grande privatização que Guedes voltou a defender que ocorra este ano é a da Eletrobras. A decisão de vender a maior empresa de energia da América Latina foi tomada em 2017, ainda no governo Michel Temer. O governo Bolsonaro mandou uma proposta própria ao Congresso no fim do ano passado. Mas, até agora, o projeto não avançou.

O Ministério da Economia chegou a prever uma arrecadação de R$ 16,2 bilhões com a privatização da Eletrobras este ano. Porém, tirou essa previsão do Orçamento. Há forte resistência das bancadas de Minas Gerais e do Nordeste, na Câmara, e do MDB, no Senado.

Monopólio postal
Os Correios também estão no plano do governo desde o ano passado. O entendimento da equipe econômica hoje é que sua privatização também precisa passar pelo Congresso, principalmente porque a Constituição determina o monopólio estatal do serviço postal.

Guedes ainda quer privatizar o Porto de Santos. Nesse caso, o processo está sendo tocado pelo Ministério da Infraestrutura, que já contratou o BNDES para estudar a modelagem.

Sem razão

ADCAP
17/06/2020

Não importa se a empresa consegue sobreviver com seus próprios recursos mesmo atendendo em todos os municípios do país, algo que nenhuma outra empresa brasileira conseguiu fazer até hoje.

Não importa que os serviços desenvolvidos pela empresa sejam reconhecidos mundialmente por meio de prêmios e menções em publicações especializadas, como acaba de ocorrer no World Mail Awards.

Não importa que todo o comércio eletrônico brasileiro, a vertente mais pujante da economia nacional neste momento, esteja sustentado pela infraestrutura oferecida pela empresa.

Não importa que centenas de milhares de empregos diretos e indiretos existam em função da operação exitosa da empresa, mesmo num cenário de desaparecimento rápido de milhões de empregos de vido à pandemia.

Para o Ministro da Economia nada disso importa e, na falta de outro argumento para justificar a intenção de privatização, agora se agarra à necessidade de fazer caixa.

O Congresso Nacional, representando os brasileiros que só serão prejudicados se esse intento seguir em frente, saberá defender a importância da infraestrutura pública postal para o país.

O interesse de alguns não pode se sobrepor ao interesse público.

Marcos Cesar Alves Silva
Vice-Presidente da ADCAP - Associação dos Profissionais dos Correios

 
Direção Nacional da ADCAP.

terça-feira, 16 de junho de 2020

Equipamentos hospitalares para todo o Brasil com a parceria dos Correios


Empresa mineira fechou a loja física e está no e-commerce desde 2015 


Marcio Allemand (marcio.allemand@adcap.org.br)


BRASÍLIA- Quem busca por equipamentos médicos hospitalares na internet, logo dá de cara com os produtos da Cirúrgica Medeiros. A empresa, criada em 1987, na cidade de Sabará, em Minas Gerais, migrou para Belo Horizonte em 2009 e desde 2015 não tem loja física, é uma das mais conhecidas no ramo.

Felipe Medeiros, irmão do fundador da empresa e atual dono do negócio, conta que fechar a loja física e migrar todo o foco de vendas para plataformas de marketplace foi a melhor decisão que ele poderia ter tido.

- Nós pegamos o trem do mundo digital chegando e fomos para o e-commerce porque víamos que ali era o caminho.

A experiência deu muito certo logo de cara. Tanto que a loja física na capital mineira foi fechada e atualmente a Cirúrgica Medeiros conta apenas com um escritório onde funciona a parte administrativa. Os produtos são encontrados em plataformas como Submarino, Americanas.com e Mercado Livre e são entregues em todo o Brasil. Aí é que entra a parceria com os Correios.

Fernando diz que vende para todas as regiões do Brasil e que a parceria com as empresas de entregas e com os Correios são essenciais para que as mercadorias cheguem sem grandes problemas aos consumidores.

Em relação aos Correios, o empresário afirma se tratar do parceiro mais importante da Cirúrgica Medeiros, e que conta com todo o apoio do pessoal da agência que o atende.

- Principalmente agora, em tempos de pandemia, quando a demanda por produtos médicos hospitalares aumentou bastante.


Adcap Net 16/06/2020 - Correios - presença em todo o país e premiação internacional - Veja mais!


Correios está presente em mais de cinco mil municípios

Estatal aposta na parceria para o desenvolvimento econômico do país e oferece plataforma de serviços de múltiplas possibilidades

O Dia
16/06/2020


Correios oferece um trabalho de logística e até mesmo como meio de pagamento, através do vale-postal eletrônico, o que facilita a vida dos cidadãos - 



O que será que as cidades de Tocantins e Alagoa, ambas em Minas Gerais, têm em comum? Não apenas o fato de serem cidades pequenas, de hábitos simples, mas tanto uma quanto a outra devem muito de seu desenvolvimento econômico aos serviços prestados pelos Correios. E não se trata apenas de envio e recebimento de correspondências, serviço esse, por sinal, considerado essencial para todos. O fato é que essas duas cidades deram um salto no seu desenvolvimento econômico depois que começaram a utilizar os serviços de entrega dos Correios para escoar a produção local.

Na cidadezinha de Alagoa, a história começou há 11 anos, quando o empresário Osvaldo Barros Filho visitou um produtor da região que estava com dificuldades para vender seus queijos. Com o objetivo de ajudá-lo, Osvaldo teve a ideia de vender queijos pela internet e o sucesso das vendas não teria sido possível sem a parceria com os Correios. Claro que a visão empreendedora de quem acreditou no comércio eletrônico foi primordial para que tudo desse certo e hoje, pouco mais de uma década depois, os Correios ajudam a transportar cerca de uma tonelada e meia de queijos por mês. Tudo produção local.

O administrador postal Tadeu Fontes, hoje aposentado, explica que o papel dos Correios é muito mais do que comunicação, mas também de logística e transporte.

"Até meados dos anos 70, a empresa lidava apenas com objetos postais, de correspondência. Com a chegada da marca Sedex, as coisas foram mudando, e não demorou muito para que o Sedex se consolidasse e começasse a ser usado não apenas para documentos, mas também para transporte de cargas fracionadas", diz.

Tadeu conta que ali, naquele momento, com a possibilidade de encomendas normais e expressas, se dava o início do que conhecemos hoje como e-commerce. Tadeu acrescenta que em meados dos anos 90, numa das muitas viagens a trabalho pelo interior de Minas Gerais, conheceu a cidadezinha de Tocantins, cuja vocação era o beneficiamento das folhas de fumo. Porém, a dificuldade era justamente como transportar a produção de fumo para os grandes centros.

"Logo no primeiro mês da parceria dos Correios com os produtores de fumo da região, a receita da agência aumentou 50%. Um ano depois, a cidade era outra, próspera e com os telhados das casas todos arrumados, o que no interior é sinal de que a cidade deu um salto de qualidade na economia", diz o administrador.

Exemplos como Tocantins e Alagoa revelam que os Correios ajudam a integrar essas cidades ao restante do país e do mundo, fortalecendo a cadeia de produção e viabilizando crescimento econômico. Para o diretor da Associação dos Profissionais dos Correios (ADCAP), Roberval Borges, os Correios funcionam como uma janela que se abre para qualquer lugar do mundo, facilitando a integração com outros mercados e fazendo com que a economia local se desenvolva.

"Os Correios oferecem uma gama enorme de possibilidades, pois se trata, digamos assim, de uma plataforma múltipla, que possibilita, além da compra e venda de produtos, todo um trabalho de logística e até mesmo como meio de pagamento, através do vale-postal eletrônico, facilitando a vida dos cidadãos, que podem pagar e receber valores direto nos caixas das agências espalhadas nos mais de cinco mil municípios do país", acrescenta.

Roberval admite que muitos dos serviços prestados pelos Correios deveriam ter sido atualizados no decorrer dos últimos anos, mas que mesmo assim, a empresa é uma parceira natural de todo brasileiro. Não é à toa que muitos empresários brasileiros têm sobrevivido aos efeitos da pandemia graças à parceria com os Correios, que não medem esforços para dar conta do aumento da demanda no setor de encomendas.

Roberval compara o potencial dos Correios ao potencial do Brasil: "Com boa gestão, planejamento com foco, investimentos em novos processos e tecnologia e, principalmente, valorizando e motivando as pessoas o futuro dos Correios será de muito sucesso".

Correios vence pela quarta vez o ‘Oscar’ da indústria postal

Sala de Imprensa Correios
16 de junho de 2020



Os Correios, mais uma vez, venceram o World Post & Parcel Awards, prêmio internacional considerado o ‘Oscar’ dos correios de todo o mundo. O anúncio ocorreu nesta terça-feira (16), em evento virtual transmitido direto do Reino Unido.

Pelo segundo ano consecutivo, os Correios são vencedores da premiação. Nesta edição, a empresa recebeu o primeiro lugar nas categorias Cross Border Growth, com o novo modelo de importação pelo portal “Minhas Importações”, e Customer Service, com os serviços “Compra Fora” e “Packet”, lançados em 2019.

Com mais esta premiação, já são quatro troféus recebidos pelos Correios pelo World Post & Parcel Awards. Em 2002, a empresa venceu, na categoria Consumidor, pela distribuição de livros didáticos em parceria com o FNDE; em 2007, na categoria Responsabilidade Social, com o Banco Postal; e no ano passado, na categoria Atendimento ao Cliente, com a megaoperação de entrega de kits para TV digital.

Na edição de 2020, os Correios celebram mais dois importantes reconhecimentos internacionais, que reforçam o papel da estatal como o maior operador logístico da América Latina e um dos maiores do mundo.

Cases de sucesso – Com mais de 1 milhão de acessos/mês registrados no ambiente “Minhas Importações”, em 2019, a plataforma oferece mais comodidade aos consumidores e facilita o acesso à informação e ao processo de importação via postal.

O serviço “Correios Packet”, lançado em outubro do ano passado, possibilita ao consumidor optar por modalidades de envio que diminuem o tempo médio de entrega, devido ao processo de integração automática com a Receita Federal.

O “Compra Fora” é uma plataforma tecnológica de serviços que permite ao importador comprar mercadorias nos sites americanos, especialmente aqueles que não vendem diretamente para o Brasil. Além disso, os Correios lançaram no app da empresa o recurso “Minhas Mensagens”, que facilita o recebimento de alertas e mensagens pelo importador, sobre encomendas internacionais.

Mais informações sobre o portfólio de serviços e produtos de importação dos Correios estão disponíveis no site da empresa.

O resultado completo do World Post & Parcel Awards 2020 está disponível no site do concurso.

Correios

Poder 360
15/06/2020

Correios
Ninguém quer
Não há interesse pela compra da estatal.

Melhor liquidar
A ideia é de Salim Mattar. Os Correios seriam simplesmente fechados. Com uma condição: a demissão de todos os cerca de 100 mil funcionários.

Chance zero
É nula a possibilidade de vingar a proposta de liquidar os Correios, simplesmente fechando a estatal. É 1 sinal de como o time de Paulo Guedes está com dificuldades para avançar com as privatizações.

Correios: imaginou-se que a estatal poderia ser de interesse da Amazon, mas o gigantismo da operação e o custo com pessoal afastam qualquer comprador.

 
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Direção Nacional da ADCAP