terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Adcap Net 07/12/2021 - Correios batem recorde de encomendas na Black Friday - Veja mais!

Correios batem recorde de encomendas na Black Friday

Metrópoles
06/12/2021

Estatal postou 3,3 milhões de encomendas em um dia; Correios estão ameaçados de privatização


Os Correios receberam cerca de 15 milhões de encomendas na Black Friday deste ano, uma alta de 34% em relação a 2020. No último dia 29, a estatal bateu o recorde diário de encomendas postadas, com 3,3 milhões de pacotes. Até então, a maior marca era de 30 de novembro do ano passado, com 2,3 milhões de encomendas.

A despeito da alta nos números, os Correios estão ameaçados de privatização. Em fevereiro, o governo Bolsonaro enviou o projeto à Câmara com esse objetivo. A Casa aprovou a proposta em agosto. Hoje, o texto tramita no Senado.

Os governistas alegam que a privatização é necessária para modernizar e dar competitividade à empresa, em meio ao aumento do e-commerce. Por outro lado, os críticos da proposta afirmam que a estatal gera lucro e teria capacidade de investir para ser competitiva.

Anatel agora poderá regular e fiscalizar os Correios

Texto do PLC nº 591/2021 foi criticado por impedir que a agência multe operadores privados do setor postal

Mundo Conectado
06/12/2021

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou uma mudança em seu Regimento Interno que permite à entidade incorporar atividades pertinentes aos serviços postais, incluindo os Correios. As alterações seguem o PLC nº 591/2021, já aprovado pela Câmara dos Deputados, e agora passam por uma consulta pública que estará disponível pelo prazo de 45 dias.

A mudança propõe a criação de uma Superintendência-Executiva, que atuará como uma estrutura própria na estrutura institucional e vai fazer o elo entre o Conselho Diretor da Anatel e as Áreas Técnicas. A proposta é que ela seja a responsável por fazer o alinhamento estratégico entre as atividades da agência e os Correios, bem como pela regulação e fiscalização dos serviços postais.

A proposta também prevê a criação de um Gerência Geral de Processos Técnicos e Planos Básicos de Distribuição de Canais, que será subordinada à Superintendência de Outorga e Recursos à Prestação (SOR), setor encarregado pela área de radiodifusão. A proposta, relatada pelo conselheiro Carlos Baigorri, também sugere que a Superintendência de Planejamento e Regulamentação (SPR) represente a Anatel no Conselho Gestor do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicação (Fust). 

Mudanças têm relação com a privatização dos Correios

As mudanças propostas por Baigorrio estão diretamente relacionadas ao texto da PLC nº 591/2021, que alterou o texto base da proposta de privatização dos Correios. A emenda restringiu o papel da Anatel à regulação dos serviços postais, tirando da agência a capacidade de multar empresas privadas que operam no setor postal do Brasil.

Segundo a Adcap, associação dos profissionais dos Correios, a mudança deixa clara que a intenção da PLC não era regular o setor postal como um todo, mas sim facilitar a venda da estatal. Marcos Alves, vice-presidente da Adcap, afirmou ao site Telesíntese que o projeto também sobrecarrega a Anatel, que passa a ser responsável pela fiscalização de uma única entidade, e não de um setor como todo.

Programada para o início de novembro, a votação do projeto de lei que visa a privatização dos Correios foi adiada graças a uma mudança feita pelo relator Marcio Bittar (MDB-AC). Ele fez alterações no trecho que prevê o fechamento de agências que atendem a municípios de 15 mil habitantes em áreas da Amazônia legal. A previsão atual é que os debates e votações sobre a iniciativa sejam retomados pelo governo somente em 2022.

Venda dos Correios “empaca” no Senado e pode não ocorrer em 2022. Qual a sua opinião?

Gazeta do Povo
07/12/2021

O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Otto Alencar, adiou o debate sobre a proposta de privatização dos Correios. Segundo ele, o projeto só deve ser analisado no ano que vem, "se é que vai ter condições", o que pode inviabilizar a venda da estatal em 2022. Qual a sua opinião? Vote em nossa enquete:

Comissão do Senado adia análise e privatização dos Correios pode não ocorrer em 2022. O que você achou da decisão?

Clique para votar: https://www.gazetadopovo.com.br/economia/breves/privatizacao-correios-pode-nao-ocorrer-2022-enquete/




 

Direção Nacional da ADCAP.


segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Adcap Net 06/12/2021 - Sobre privatizações de Petrobras e Correios - Veja mais!

Sobre privatizações de Petrobras e Correios. Por Cássio Faeddo

JC
02/12/2021

Por Cássio Faeddo, em artigo enviado ao blog


Em mais uma de suas promessas de planos infalíveis para salvar o país, o ministro Paulo Guedes declarou recentemente que o governo precisa agilizar as privatizações de Correios e Petrobras.

Afirmou que os Correios correm o risco de se tornarem uma empresa irrelevante em dois ou três anos. O mesmo destino, de perder valor, estaria reservado à gigante estatal Petrobras, pois na visão de Guedes, o mundo inteiro está indo em direção à economia verde e não necessitará mais de combustíveis fósseis.

Mesmo que houvesse um traço de razão nas afirmações, fica claro que Paulo Guedes é daqueles péssimos vendedores que desvalorizam seus produtos no momento de vendê-los.

Guedes pode até ser um economista com boa formação, afirmando ter lido Keynes no original diante de seus pares, mas deixa a desejar quando o assunto é o interesse nacional.

Perguntamos, a China negociaria as suas estatais de energia em um momento de escassez energética? Não, mas Paulo Guedes diz que é ótimo negócio.

Paulo Guedes sabe, mas os incautos aos quais ele dirige tais absurdos talvez não. Combustível é o fim menos nobre para o petróleo.

O petróleo é matéria prima para a indústria química e serve para a fabricação de produtos como cosméticos, tintas, solventes, roupas, resina, parafinas, conservantes, corantes, flavorizantes, produtos plásticos, benzeno em alguns analgésicos, produtos de limpeza como detergente e desengordurantes, borracha sintética (para pneus, tênis e calçados, por exemplo), asfalto, giz de cera e até goma de mascar, como ilustrações.

Paulo Guedes sabe de tudo isso com certeza, mas prefere dizer que economia verde vai engolir a Petrobras. Bilhões de veículos, para Guedes, serão substituídos na velocidade de dobra espacial de "Jornada nas Estrelas". É a mesma conversa de quem professa que tudo agora é indústria 4.0, decretando o fim de produção manufaturada e do emprego. Já conhecemos o destino das certezas como as narradas na obra "O fim da história" de Francis Fukuyama.

Entregar a energia para uma estatal norueguesa ou chinesa definitivamente não parece uma boa ideia em termos de soberania em tempos de Brexit.

Quanto aos Correios, é uma empresa de logística lucrativa, com ampla capilaridade, que faz chegar aos mais distantes locais do país toda espécie de encomenda, no imenso e crescente mercado de compras remotas.

Para Guedes os Correios perderão valor e sucumbirão à concorrência que prestará o mesmo serviço. Paulo Guedes precisa sair da Faria Lima urgentemente para conhecer os rincões deste país.

Em um tempo de crescimento vertiginoso de negócios on line, o ministro da economia desvaloriza e quer vender na sequência a estatal de logística.

O problema nunca foi uma empresa ser estatal ou privada, mas como se lida com a gestão. Acreditar que não ocorre corrupção privada, com custo na ponta final, o consumidor, é um devaneio brasileiro.

Prejuízo, os Correios não dão, tendo superávit nos últimos 20 anos, e repassado 73% dos resultados positivos para seu acionista, o governo federal.

A história é a mesma, elegemos gestores que têm como solução, em face de inépcia gerencial, o repasse de nossos ativos depreciados para a iniciativa privada.

A depreciação ocorre por todos os meios, até com declarações que desvalorizam as empresas antes de vendê-las.

As privatizações devem ser amplamente debatidas na campanha eleitoral de 2022, mas com dados e fatos. Não se pode manipular o eleitor com temas polêmicos, a maioria irrealistas e sobre costumes, para esconder assuntos de vital importância para a soberania nacional.

Cássio Faeddo. Advogado. Mestre em Direito. Especialista em Ciências Políticas – USCS. MBA em Relações Internacionais. FGV/SP.


A importância dos Correios para o Brasil

Apresentação dos Correios na 18ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia - 03 a 10 de dezembro/2021


Asssita no link: https://youtu.be/xVqoIpv0LMg 




 

Direção Nacional da ADCAP.

Postal Saúde e Correios têm que cumprir decisão judicial que fixou a paridade de 50% nas mensalidades

Considerando a manifestação de associados, a ADCAP reafirma que os Correios e a Postal Saúde devem cumprir, em respeito ao determinado pelo Poder Judiciário, a paridade na cobrança das mensalidades dos associados da ADCAP.

Assim, renovamos nossas informações anteriores no sentido de que a Associação acompanha o trâmite judicial, considerando que há por parte da administração dos Correios e da Postal Saúde intenção clara de excluir os idosos aposentados do benefício à saúde visando inflar os lucros da empresa com eliminação dos custos do “pós emprego” do balanço dos Correios.

A ADCAP luta pelo direito e pela justiça com todos os recursos que dispõem. A direção da Postal Saúde e dos Correios, como respeito a milhares de famílias abrangidas, deveria estar procurando encontrar alternativas para garantir a manutenção do benefício dos idosos e aposentados, como forma de reconhecimento aos que construíram a história dos Correios, mas têm optado pelo caminho mais elementar para seus objetivos: deixar milhares de famílias sem assistência médica.

A recente Decisão do Tribunal do Trabalho de Brasília de extinguir o processo, que era um atalho por meio do qual os Correios tentavam suspender os efeitos da sentença obtida pela ADCAP, demonstra, mais uma vez, o acerto do caminho defendido pela Associação, que é a manutenção da paridade na cobrança das mensalidades dos associados. 

Veja a DECISÃO:




Direção Nacional da ADCAP.


sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Para crescer, os Correios precisam apenas que o Ministério da Economia pare de atrapalhar

Na sua sanha de buscar argumentos para tentar justificar a intenção de privatização dos Correios, o Ministro da Economia saiu agora com declaração de que querem privatizar os Correios para que ele possa se tornar a maior empesa de logística da América Latina, com supostos investimentos privados que a estatal não teria condições de fazer.

É mais uma falácia que se soma a anteriores que foram ficando por terra, como a de que a empresa dava prejuízos e, por isso, o governo precisava se livrar dela. Os lucros bilionários dos Correios desmentiram o ministro, seus auxiliares e outras figuras do governo que não cansaram de repetir esse outro argumento meses atrás.

Em 2021, os Correios registrarão um lucro na casa dos R$ 3 bilhões. O próprio presidente da República afirmou isso em entrevista à imprensa. Com um lucro dessa magnitude, os Correios teriam condições de fazer, com recursos próprios, ou seja, sem nem precisar de financiamento, todos os investimentos imagináveis para se desenvolver ainda mais, ampliando seus negócios inclusive para fora do Brasil.

Se pensasse ou estudasse um pouco mais os temas antes de falar, o ministro saberia também que, no setor de cargas fracionadas, os Correios já foram apontados como a maior empresa de logística de cargas fracionadas da América Latina há tempos – ver matéria em https://www.logweb.com.br/correios-e-a-maior-empresa-de-logistica-da-america-latina/  . E só não cresceu mais ainda em função das indevidas e lesivas interferências do Ministério da Economia, com a tentativa de privatização, e de seus antecessores, Ministério da Fazenda e do Planejamento, que, por omissão ou por ações indevidas, atrapalharam muito a vida da empresa, com recolhimento excessivo de dividendos, congelamento tarifário e inação diante de mudanças de normas contábeis que afetaram seriamente as grandes empregadoras brasileiras.

O Brasil já tem e pode continuar tendo a maior empresa de logística de cargas fracionadas da América Latina. Basta que o Ministério da Economia pare de atrapalhar a vida da empresa e a deixe trabalhar em paz.

 

ADCAP – Associação dos Profissionais dos Correios

 

Guedes: Correios têm que ser a maior empresa de logística da América do Sul

Para o ministro, privatização pode ampliar os investimentos e o crescimento da empresa

Poder 360
02/12/2021

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta 5ª feira (2.dez.2021) que os Correios poderiam se transformar na maior empresa de logística da América do Sul, se tivessem recursos para investir. O governo quer privatizar os Correios, mas o projeto que permite a desestatização está parado no Senado. 

“O grande ativo dos Correios é a rede de logística. Não é mais Correios, é uma empresa de logística. Os Correios têm que virar a maior empresa de logística da América do Sul, têm que integrar a América Latina inteira. Quem quiser entregar alguma coisa no Equador, na Bolívia, no Paraguai ou São Paulo ou Mato Grosso que ligue para os futuros Correios”, afirmou Guedes.

Para mostrar que a mudança é possível, o ministro citou como exemplo a DHL, que era uma empresa do governo alemão e transformou-se em uma “Megaempresa de logística mundial”. Guedes disse, no entanto, que “os Correios precisam de dinheiro para investir”. Falou também que “os Correios não têm velocidade para acompanhar o ritmo. Precisa ser ajudado”.

Essas empresas não só não conseguem manter o ritmo necessário de investimento, como impedem investimentos que o setor privado faria”,  afirmou.

Guedes defendeu a desestatização das estatais brasileiras durante o Airport Nacional Meeting ,  evento realizado no Aeroporto de Brasília nesta 5ª feira (2.dez.2021). “O modelo estatal deu errado. Ficou o legado dos militares. Agora, temos que seguir em frente”, falou.

No evento, o ministro também minimizou  a queda de 0,1% do PIB  (Produto Interno Bruto) do Brasil no 3º trimestre. Falou que o Brasil “está condenado a crescer” porque tem mais de R$ 600 bilhões de investimentos privados contratados para os próximos anos. Porém, disse que o país pode crescer um pouco menos por causa da alta dos juros.

Correios é a maior empresa de logística da América Latina

LogWeb
06/08/2014

Os Correios são a maior empresa de logística da América Latina, de acordo com o ranking “500 Maiores Empresas da América Latina”, publicado pela revista América Economia (editora Spring) em julho. No ranking geral das 500 maiores, a estatal brasileira ainda ficou em 83º lugar.

Além disso, de acordo com a publicação, os Correios são a 10ª maior empregadora entre as 500 empresas citadas, a 13ª maior estatal e a 38ª maior empresa do Brasil.

A pesquisa avaliou empresas de setores como petróleo e gás, varejo, telecomunicações, automobilístico, mineração, alimentos, siderurgia e metalurgia, bebidas, construção e serviços, dentre outros, de 17 países da América Latina.

Do ranking das 500 maiores, 201 empresas (40,2% do total) eram do Brasil (maior número). O México vem em segundo lugar com 118 empresas e o Chile em 3º com 66 empresas. As empresas situadas no Brasil responderam por 43,32% do faturamento total das 500 empresas (US$1,126 trilhão), as localizadas no México por 27,43% e as situadas no Chile, por 9,76%. 


quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Enem - tempo recorde na distribuição das provas


Em recente declaração, o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) Danilo Lopes elogiou a ação dos Correios. A estatal bateu mais um recorde na megaoperação logística dedicada à realização do maior exame educacional brasileiro, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) 2021.  “Em apenas duas horas e 41 minutos, as provas foram entregues pela empresa em todo território nacional, é um marco”, ressaltou.

Para o governo federal, ter um braço logístico como os Correios é fundamental para o êxito de grandes programas de âmbito nacional, como o ENEM.


Direção Nacional da ADCAP.

Live - Planos de Saúde para você, associado da ADCAP

 


quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

No Brasil de hoje, ministros se ocupam em macular a imagem de estatais, depreciando-as

As declarações do Ministro da Economia, Paulo Guedes, tentando mais uma vez macular a imagem de estatais, para, assim, justificar a intenção do governo de privatizá-las, mostra que seguimos vivendo no país a situação surreal de agentes do governo agirem ativamente para depreciarem os ativos do Estado que querem passar para mãos privadas.

Seria um escândalo em qualquer lugar do mundo, mas, no Brasil da atualidade, em que ministros atuam diariamente contra suas próprias pastas é só mais um fato que se soma a tantas outras aberrações diárias trazidas nos jornais.

No caso dos Correios, que tem registrado recordes sucessivos de postagens de encomendas e de lucros, sendo responsável pela maioria das encomendas postadas no comércio eletrônico brasileiro, declarações como as dadas pelo Ministro da Economia à Reuters, falando em risco de a empresa ficar irrelevante em três anos, são descaradamente mentirosas e desprovidas de qualquer base – uma irresponsabilidade que não caberia a uma autoridade governamental, especialmente a uma na posição de ministro.

Para os cidadãos que quiserem conhecer informações corretas sobre os Correios, a ADCAP sugere que leiam as demonstrações financeiras da empresa e o próprio Blog dos Correios, antes de embarcar nas mentiras rasas e descaradas que o Ministro da Economia tem oferecido em suas declarações falaciosas sobre a empresa.

- Demonstrações Financeiras dos Correios: https://www.correios.com.br/acesso-a-informacao/institucional/publicacoes/demonstracoes-financeiras/demonstracoes-financeira
- Blog dos Correios: https://apps2.correios.com.br/blogcorreios/

ADCAP – Associação dos Profissionais dos Correios

Guedes reforça necessidade de privatização e diz que Correios e Petrobras podem se tornar irrelevantes

“Sobre os Correios, o ministro afirmou que grandes varejistas já estão investindo em seus próprios negócios de logística”

Reuters
1/12/2021

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou hoje que o governo precisa avançar em sua agenda de privatização sob o risco de perder apoio, já que foi eleito com essa plataforma, pontuando que os Correios têm o risco de virar uma empresa irrelevante em dois, três anos, bem como a Petrobras.

Sobre os Correios, o ministro afirmou que grandes varejistas já estão, neste momento, investindo em seus próprios negócios de logística. Já sobre a Petrobras, ele afirmou que o mundo inteiro está indo em direção à economia verde.

Segundo o ministro, o país não está conseguindo tirar petróleo do chão na velocidade necessária para erradicar a miséria. Ele também pontuou que não faz sentido o BNDES carregar uma carteira de ativos, e que esses recursos seriam melhor empregados em investimentos públicos como ferrovias e rodovias.

De acordo com Guedes, durante a próxima campanha à Presidência o governo irá trabalhar nesses temas, buscando acabar com a pobreza pela "transformação do capital público". Por Marcela Ayres, Reuters